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Governo do México prevê crescimento de apenas 3,3% este ano

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Agência EFE

MÉXICO - A secretaria (Ministério) de Fazenda do México afirmou nesta terça-feira que o Produto Interno Bruto (PIB) do país crescerá 3,3% este ano, e não 3,6%, como havia sido estabelecido nos critérios de política econômica para 2007.

Num relatório sobre as finanças públicas no primeiro trimestre, o Ministério destacou que 'a atividade econômica moderou seu ritmo de expansão como conseqüência, fundamentalmente, da desaceleração da produção industrial americana e do comportamento do setor automotivo'.

Além disso, os serviços entre janeiro e março cresceram 3,9%. A produção industrial ficou em 0,8%, e a agropecuária, 0,7%.

O Banco do México também revisou em baixa a sua previsão de crescimento da economia, de entre 3,25 e 3,75% para entre 3,0 e 3,5%. A inflação anualizada ficou em 4,21% em março deste ano, acima da meta de 3% fixada pelo banco central.

A secretaria de Fazenda informou que no primeiro trimestre do ano a balança comercial registrou um superávit de 102,436 bilhões de pesos (US$ 9,312 bilhões).

- O montante quase duplicou o registrado no mesmo período do ano anterior em termos reais, destacou o relatório.

Nos primeiros três meses do ano o Governo gastou 506,537 bilhões de pesos (US$ 46,048 bilhões). Foram 5,1% a menos que durante o mesmo período de 2006. As despesas incluem investimentos na infra-estrutura dos estados.

Entre janeiro e março, o custo financeiro da dívida ficou em 46,211 bilhões de pesos (US$ 4,201 bilhões), uma redução real de 21,7% em relação aos mesmos meses do ano passado.

A Secretaria de Fazenda informou que o saldo da dívida pública líquida no fechamento de março foi de 1,96 trilhão de pesos (US$ 179,089 bilhões). Do total, 77,1% são dívida interna, e 22,9%, dívida externa.

A dívida externa líquida se situou em US$ 40,682 bilhões, 2,1% a menos que no fechamento de 2006.