Em precatórios, a União teve de realizar desembolso de R$ 3,4 bilhões, sendo R$ 2,1 bilhões de responsabilidade da Previdência Social e R$ 1,3 bilhão do governo federal. A conta de despesas foi ainda engordada pelos R$ 1,392 bilhão em dividendos das estatais federais não financeiras. O valor se refere, basicamente, ao pagamento feito pela Petrobras aos seus acionistas privados.
Lopes observa que esses pagamentos podem ser considerados fatores sazonais e que não sinalizam a deterioração das contas públicas. Tanto que os demais poderes apresentaram resultados expressivos.
Os governos regionais, que apresentaram superávit primário de R$ 3,150 bilhões em março, tiveram o melhor resultado mensal para março da história. Mesmo caso dos governos estaduais, com R$ 2,590 bilhões, e municipais, com outros R$ 560 milhões.
(Fernando Nakagawa - InvestNews)