A edição 2007 do guia ampliou em 50% a abrangência de troncos rodoviários pesquisados, que passou de 50 mil quilômetros para 75 mil. Atendendo a pedidos de leitores, a publicação incluiu mais estradas federais e estaduais com tráfego intenso porque são rotas estratégicas para determinadas regiões do País.
Com 122 páginas, o Guia Quatro Rodas Rodoviário 2007 traz ainda outras novidades, como reportagens sobre os melhores restaurantes de beira de estrada, as novas formas de pagamento de pedágio e um perfil das grandes redes de postos de abastecimentos, que se transformaram em verdadeiros shoppings rodoviários. Os 43 roteiros de estradas ganharam uma classificação de postos de gasolina (bom, ótimo e regular). Os símbolos agora ficaram mais fáceis de ler. Vendido a R$ 29,99, o guia possui duas versões: tipo revista ou com capa plástica, apropriada para ser guardada dentro do porta-luvas do veículo.
Na Região Centro-Oeste, o estado do Mato Grosso é o que apresenta o pior estado de conservação de suas rodovias. Dos 6.832 quilômetros mapeados pela equipe de especialistas do Guia, 796 (12%) estão malconservados. As estradas têm características marcantes como o perigo de trafegar a noite, freqüentes chuvas, queimadas e animais e ciclistas na pista. A BR-163 que corta o estado de norte a sul intercala níveis de conservação, como precário em Várzea Grande a Jangada, recapeado perto de Nobres e esburacado de Lucas de Rio Verde a Sinop.
O segundo no ranking da região, Mato Grosso do Sul tem 419 quilômetros malconservados, o que representa 6% dos 6.656 pesquisados pelo Guia. A BR-262, o principal caminho para o Pantanal, alterna trechos bons com gastos e o tráfego é tranqüilo, mas a falta de acostamento e os animais na pista podem complicar a viagem.
As principais rodovias do estado de Goiás são quase todas bem conservadas. Dos 12.996 quilômetros mapeados, 443 estão malconservados (3%). Uma das exceções é a BR-452, entre Itumbiara e Rio Verde, é atualmente o pior trecho rodoviário do país. A BR-153 é bastante sinuosa e, entre novembro e maio, as chuvas constantes complicam as condições da viagem.
As rodovias do Distrito Federal encontram-se em bom estado de conservação, mas, em quase todas as operações de tapa-buracos deixaram remendos na pista o que causa trepidação do veículo.
(Redação - InvestNews)