O deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) advertiu que o Conselho de Ética deve avaliar o impacto negativo da presença de certos parlamentares na Câmara, pouco importando se os fatos a ele imputados tenham ocorrido na atual legislatura ou em legislaturas anteriores. A deputada Solange Amaral (DEM-RJ) afirmou que a aprovação do parecer de Dagoberto instituiria "um período de vale tudo em que o deputado gozaria de imunidade para fazer o que bem entendesse".
José Eduardo Cardozo (PT-SP) afirmou que as regras que definem quem pode ser eleito ou não estão previstas na legislação eleitoral. O Conselho de Ética, segundo ele, não pode cassar mandatos outorgados em eleições realizadas de acordo com os requisitos da lei. "Nós não somos melhores que os eleitores e nem estamos acima do bem e do mal". Para o deputado, os deputados foram absolvidos pelas urnas. O deputado Abelardo Camarinho (PSB-SP) condenou o julgamento antecipado de parlamentares, sem a devida instauração de processo.
As informações são da Agência Câmara.
(Redação - InvestNews)