O DI de julho de 2007 mostrava juro de 12,27%, contra 12,26% do fechamento passado, após 10,6 mil transações e giro de R$ 1 bilhão.
Nesta manhã, o mercado reage positivamente aos dados sobre o mercado de trabalho norte-americano. Os números foram apresentados na última sexta-feira, quando não houve sessão devido ao feriado prolongado da Semana Santa. De acordo com o Departamento de Trabalho, foram criadas 180 mil novas vagas em março, acima da expectativa do mercado que projetava 135 mil. A taxa de desemprego caiu para 4,4%, menor leitura em cinco meses, abaixo das estimativas (média de 4,6%). Os dados reforçam a visão de que a economia norte-americana perde força de forma moderada, afastando a possibilidade de uma recessão. As informações também indicam que uma retração nos juros se mostra menos provável, dado o ritmo de crescimento da economia.
Na cena doméstica, os investidores repercutem os dados contidos no Boletim Focus, que apontou uma expectativa de que os indicadores de inflação podem registrar redução neste ano, com relação a projeção divulgada na semana passada. A exceção fica por conta do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que teve a taxa de 3,86% no ano mantida.
Os analistas consultados pelo Banco Central (BC) também mantiveram a projeção para a Selic, que, segundo eles, deve chega ao final de 2007 na casa dos 11,5% anuais. Para 2008, o mercado espera redução de mais um ponto, o que faria com que o juro encerrasse o próximo ano em 10,5%.
(VS - InvestNews)