De acordo com o executivo, a CPFL pretende chegar a 2010 com 2.087 MW de potência instalada e 1.039,1 de energia assegurada, período em que a usina Foz de Chapecó colocará em operação sua primeira unidade.
Atualmente, o segmento de geração responde por cerca de 20% do resultado da CPFL. Ainda de acordo com Ferreira Junior, os investimentos que a empresa têm na região sul do País poderão atingir cerca de R$ 3,2 bilhões.
Além de campos novos e Foz do Chapecó, a CPFL detém 25,1% da unidade de Barra Grande e 65% das usinas Castro Alves e 14 de Junho do complexo Ceran, ainda em implantação.
Quanto a novos projetos de geração, como as centrais elétricas de São Paulo (Cesp) e a Brasiliana do grupo AES, o executivo destacou que "se ocorrer uma possível privatização da Cesp temos interesse. A nossa expectativa é de ampliar ativos de geração. É tudo uma questão de preço".
A CPFL Energia registrou lucro líquido de R$ 1,4 bilhão em 2006, resultado 37,5% maior que o obtido em 2005. A receita líquida atingiu R$ 8,9 bilhões e o Ebitda, R$ 2,7 bilhões, com expansão de 15,2% e 31,6%, respectivamente.
(Ivonete Dainese - InvestNews)