Diferente disso, segundo Cintra, os contratos com vencimentos mais distantes apresentaram volatilidade, "pois ainda estão atrelados ao que acontece no mercado externo". Ontem, o mercado andou de lado devido à forte recuperação verificada na terça-feira, mas hoje as principais bolsas da Ásia, que atraíram as atenções nos últimos dias, encerraram em território positivo. Acompanhando o movimento, as bolsas européias também chegaram ao fim do pregão em alta.
Nesta quinta-feira, a taxa do contrato de abril saiu de 12,62% do ajuste anterior para 12,65%, com 61 mil negócios e giro de R$ 6 bilhões. Julho de 2007, o mais líquido, aponta taxa de 12,43%, frente 12,39% do último fechamento, após 228,3 mil transações e volume de R$ 22 bilhões. O contrato de janeiro de 2008 passou de 12,01% para 12,08%, com 224,4 mil negócios e giro de R$ 20,4 bilhões. O DI de janeiro de 2009 mostrava juro de 11,88%, contra 11,85% do ajuste passado, após 240 mil transações e volume de R$ 19,5 bilhões. Janeiro de 2010 apresentava juro de 11,90%, face 11,88% do fechamento passado, com 148,6 mil negócios e giro de R$ 10,8 bilhões.
Na agenda do dia, durante a primeira etapa dos negócios, os investidores analisaram os dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S), medido em 07 de março de 2007, que registrou variação positiva de 0,48%, taxa 0,14 ponto percentual acima da verificada na última medição. A divulgação, no entanto, não teve impacto significativo nos negócios.
(Vanessa Stecanella - InvestNews)