O dólar, depois de oscilar entre a mínima de R$ 2,135 e a máxima de R$ 2,152, fechou a primeira etapa dos negócios em alta de 0,23%, vendido a R$ 2,137. A taxa de risco-Brasil subia 1,49%, aos 204 pontos
Operadores acreditam que o movimento de venda de ativos de risco deve se enfraquecer nos próximos dias, mas também alertam que uma recuperação no curto prazo é pouco provável. "Apesar de acreditar ser passageira a atual onda de turbulências, as preocupações com os emergentes, mais vulneráveis à aversão ao risco, e com o ritmo de crescimento mundial continuam", destacou um profissional.
Em mais um dia tenso nos mercados globais, as principais bolsas de valores asiáticas voltaram a despencar, com a de Tóquio declinando 3,34% por causa da alta do iene, o índice Shangai em baixa de 1,6%, pressionado pelo aumento das especulações sobre possível reforço na fiscalização de empréstimos bancários para a compra de ações na China, e Hong Kong em queda de 4%. Na Europa e Estados Unidos, as bolsas seguem na mesma direção.
(Simone e Silva Bernardino - InvestNews)