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Taxas encerram manhã em alta

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SÃO PAULO, 1 de março de 2007 - Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) as taxas para contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) apresentaram volatilidade durante a manhã, mas se mantiveram em trajetória de alta, com bom volume de transações. O mercado ainda opera sobre tensão, atento a queda das principais bolsas mundiais e ao reflexo desse movimento pelo mundo.

Instantes atrás, o contrato com vencimento em julho de 2007 mostrava juro de 12,50%, frente 12,48% do último fechamento, após 36,5 mil transações e volume de R$ 3,5 bilhões. Janeiro de 2008 saía de 12,14% para 12,21%, com 166,4 mil negócios e giro de R$ 15 bilhões. O DI de janeiro de 2009 indicava taxa de 12,15%, ante 11,94% do ajuste passado, após 126 mil transações e volume de R$ 10 bilhões. Janeiro de 2010, o mais líquido, passava de 11,95% para 12,18%, com 204,7 mil negócios e giro de R$ 14,8 bilhões.

Na contramão, taxa do DI de abril recuava de 12,71% para 12,70%, com 11,6 mil negócios e giro de R$ 1,1 bilhão.

Nesta manhã, os agentes assimilaram importantes indicadores sobre a economia dos Estados Unidos, como os gastos do consumidor norte-americano, que avançaram 0,5% em janeiro, seguindo uma alta de 0,7% registrada em dezembro. Por lá, a atividade no setor industrial surpreendeu as expectativas registrando alta de 52,3 pontos em janeiro. Qualquer leitura acima dos 50 pontos indica expansão no setor.

O mercado analisou ainda o aumento no volume de norte-americanos que pela primeira vez foi em busca do seguro-desemprego, fazendo o indicador saltar de 335.250 para 338 mil. Também foi divulgado a queda de 0,8% em janeiro nos gastos com construção nos Estados Unidos.

Internamente, os investidores repercutiram mais um bom sinal sobre a inflação nacional. O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,34%, taxa 0,09 ponto percentual abaixo da verificada na última medição. Este foi o menor resultado desde a primeira semana de dezembro de 2006, quando o índice registrou variação de 0,33%, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

(VS - InvestNews)