As operações diárias da autoridade monetária vem engrossando rapidamente as reservas internacionais, atualmente em US$ 97,6 bilhões. Analistas estimam que as compras de hoje devem ter ficado entre US$ 500 milhões e US$ 600 milhões e a taxa fixada foi de R$ 2,077.
A piora de humor em Wall Street, devido à alta nos preços do petróleo, a instabilidade política no Irã, e o movimento de compras pontuais, em função da baixa cotação, também contribuíram com a mudança de rumo dos negócios aqui no Brasil.
Para analistas, a alta desta quinta-feira foi pontual e a tendência do dólar continua de queda, reflexo do bom desempenho da balança comercial e do cenário internacional favorável aos países emergentes. Há pouco, a taxa de risco-Brasil, que mede a confiança do investidor externo, caía para 176 pontos - mínima histórica.
No ano, o saldo das vendas ao exterior somam US$ 4,2 bilhões. Na terceira semana deste mês, a balança acumulou superávit de US$ 700 milhões, elevando o acumulado no período para US$ 1,753 bilhão.
(Simone e Silva Bernardino - InvestNews)