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Índice futuro aponta para abertura em baixa

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SÃO PAULO, 8 de fevereiro de 2007 - Os índices futuros, negociados na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), indicam a possibilidade de um segundo pregão de realização. Há pouco, o Ibovespa com vencimento em fevereiro recuava 0,67%, para 44.290 pontos. Em mais um dia de fraca agenda, o mercado deve voltar a acompanhar Nova York.

Depois de seis sessões de ganhos, a Bovespa finalmente devolveu parte da alta acumulada no período. O índice caiu 1,68%, para 44.588 pontos, puxado pelo forte movimento de venda com as ações da Petrobras e das siderúrgicas. Em Nova York, Dow Jones fechou estável enquanto a Nasdaq subiu 0,77%.

Atenção para as ações da VIVO, que apresentou lucro de R$ 885 milhões no quarto trimestre de 2006. A telecom aponta que o processo de reestruturação teve efeito encerrando 2006 com lucro de R$ 16 milhões, revertendo um prejuízo de R$ 594 milhões observados em 2005. No entanto, a empresa continua perdendo market share.

Conforme o esperado, os resultados da petroquímica Braskem melhoraram no quarto trimestre, refletindo a redução no preço da nafta, principal matéria-prima da empresa. A fabricante de resinas encerrou o trimestre com lucro de R$ 78 milhões, revertendo um prejuízo de R$ 65 milhões no terceiro trimestre.

Na Ásia, as bolsas fecharam em direções opostas, com Seul recuando 0,19%, enquanto Hong Kong avançou 0,27%. Tóquio encerrou estável.

Na Europa, os investidores aguardam a definição do Banco Central Europeu sobre a taxa de juros da Zona do Euro. A previsão é de estabilidade em 3,5%. Hoje, o Banco da Inglaterra manteve a taxa de juro do Reino Unido estável em 5,25% ao ano. Há pouco, em Londres, o FTSE-100 caía 0,28%, enquanto o DAX, da Bolsa de Frankfurt, perdia 0,25%.

(EC - InvestNews)