Para a maior parte das empresas (64%), o Produto Interno Bruto (PIB) deverá crescer em 2007. Os mais otimistas estão no segmento de grande porte (67%), e por setor o destaque fica para as instituições financeiras (73%). A análise por região aponta que Norte (51%) e Sul (59%) são as menos otimistas quanto ao crescimento para este ano, enquanto o Nordeste (73%) e o Centro-Oeste (67%) são as regiões mais otimistas.
A pesquisa ainda aponta que a expectativa em relação à taxa de câmbio para 66% dos entrevistados é de estabilidade para o primeiro trimestre e para o semestre de 2007 (59%).
A pesquisa ainda questionou os empresários sobre as expectativas para emprego e renda. Neste bloco da sondagem, observa-se que as opiniões ficam igualmente divididas entre expectativa de crescimento, estabilidade e queda da taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano.
Para o primeiro semestre deste ano, 37% crêem na estabilidade do desemprego, 35% na queda e 28% em crescimento. Em 2006 eram 34%, 31% e 35%, nesta mesma ordem.
As instituições financeiras e as empresas de grande porte apostam na estabilidade da taxa de desemprego, 45% e 41% respectivamente, para o primeiro trimestre de 2007. O otimismo aumenta para o primeiro semestre em todos os portes. Os menos otimistas são os empresários da região Norte, onde 40% apostam em alta do desemprego para o semestre.
A maior parte dos segmentos analisados está alinhada com a estabilidade da renda do brasileiro, tanto para o primeiro trimestre quanto para o semestre (48%).
Foram ouvidos 1.021 executivos (presidentes, diretores e economistas-chefes) de todo o Brasil entre os dias 8 e 12 de janeiro. Os resultados retratam a percepção das empresas sobre o ambiente. Os resultados foram obtidos a partir da média ponderada das respostas de cada empresa e consideram a maior proporção das respostas possíveis (crescimento, estabilidade e queda).
(Redação - InvestNews)