Entre as cestas mais caras aparecem Porto Alegre (R$ 186,36) e São Paulo (R$ 184,72) que tiveram alta de 0,07% e 1,47%, respectivamente. Na capital gaúcha, a elevação foi puxada por bens essenciais.
O menor valor foi verificado em Fortaleza (R$ 128,18), localidade que registrou a queda mais expressiva. Entre os menores custos aparece ainda Recife, que apesar de ter apurado alta de 3,77% teve uma cesta a R$ 137,12.
Segundo o Dieese, com base no valor apurado para os itens essenciais em Porto Alegre e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deveria ser suficiente para cobrir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação,moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o salário mínimo necessário deveria ser, em janeiro, de R$ 1.565,61.
Em relação ao valor estimado para dezembro, praticamente não há diferença (R$ 1.564,52), tanto que ambos equivalem a 4,47 vezes o mínimo vigente.
No acumulado de 12 meses (de fevereiro de 2006 a janeiro 2007) apenas duas capitais registraram variação negativa: Fortaleza (-3,02%) e Brasília (-2,64%). No mesmo período, as maiores altas ocorreram em Porto Alegre (9,48%), Recife (8,80%) e Florianópolis (8,03%).
(Redação - InvestNews)