Segundo Rosa, a principal pressão foi exercida por parte dos alimentos in natura, como hortaliças e frutas, que sofrem com as chuvas ocasionadas durante o verão. "Esse tipo de cultivo é muito prejudicado pelo período chuvoso, que provoca prejuízos às plantações e eleva os preços dos produtos", destaca.
O reajuste das tarifas de ônibus em São Paulo e Rio de Janeiro ainda influenciam o índice, na avaliação do economista. "Mais uma vez o grupo Transportes pressionou, mas na próxima apuração deve dar lugar para a classe de Educação, devido ao reajuste de mensalidade, matrícula e material escolar", estima.
De acordo com Rosa, o IPC-S deve manter o ritmo de alta na leitura seguinte (15 de janeiro) que será divulgada no próximo dia 16.
(Vanessa Stecanella - InvestNews)