Números benignos sobre a inflação nos Estados Unidos também ajudaram na queda da moeda. Os gastos com consumo norte-americano subiram 0,5% em novembro, maior alta em quatro meses, reflexo de um aumento na renda e das grandes promoções de final de ano. A alta do mês passado segue um avanço de 0,3% em outubro. Já a renda do trabalhador avançou 0,3% pelo segundo mês consecutivo. A previsão era de alta de 0,6% para os gastos e de 0,4% para a renda.
Foi divulgado ainda que as encomendas por bens duráveis avançaram 1,9% em novembro, apresentando uma ligeira recuperação depois da queda de 8,2% registrada em outubro. A divulgação dos dois indicadores animou o mercado com relação a economia norte-americana.
Por aqui, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) reportou que o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu 0,28% no segundo decêndio de dezembro, ante alta de 0,75% em igual período de novembro.
O Banco Central comprou dólares a uma taxa média de R$ 2,1515.
(Simone e Silva Bernardino - InvestNews - Serviço de Mercado e Cotações - SMC)