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Economia

Um encontro com a mineirice no Leblon

Jornal do Brasil GILBERTO MENEZES CÔRTES, gilberto.cortes@jb.com.br

Tive a honra de conviver anos com Wilson Figueiredo no JORNAL DO BRASIL. O conheci em 1972. Já era um mito, coordenador do Editorial e articulista político. Isso no jornal que tinha o maior dos colunistas políticos: Carlos Castelo Branco. Nos anos 70 descobri, pelo Paulo Henrique Amorim e o Elio Gaspari, que participavam das reuniões diárias do Editorial com o Dr. Brito que o Wilson era o Figueiró, apelido posto em BH por Hélio Pellegrino.

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Wilson Figueiredo lança "Os Mineiros" (Foto: Divulgação)

No final de 1988 fui integrar o time de editorialistas do JB, no qual pontificavam Luiz Paulo Horta, Cláudio Bojunga, Leo Schlafman. Ganhei não só um mestre e professor nos editoriais. Wilson meio que me adotou, com seu ar paternal e bonachão, como seu 5º filho. Até maio de 2001, quando deixei o JB, foram lições de carinho, matreirice política e mineirice, sempre com um grande personagem da história de Minas Gerais.

Alguns estão em “Os Mineiros - modernistas, sucessores & avulsos”, que a Editora Gryphus lança hoje, às 19 horas, na Argumento, do Leblon. Wilson focaliza 15 notáveis personalidades mineiras. Muitas conhecidas em visitas ao JB ou nas conversas diárias, com Fernando Sabino ao telefone. Vou lá beber direto na fonte.



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