-->As tarif as de ener gia elétri-
ca podem ficar mais bar atas.
Quem gar antiu f oi o ministr o
de Minas e Ener gia, Már cio
Zimmermmann. Mas isto só se-
rá sentido no bolso do consu-
midor , quando todo o i n v esti-
mento financeir o feito em usi-
nas hidr elétricas super ar o v a-
lor aplicado . P ela pr e visão do
ministr o , esta r edução na ta-
rif a só de v erá acontecer a par-
tir de 2015.
– O modelo ener gético que
adotamos é baseado na bus -
ca pela modicidade dos pr e -
ços. Em um pr az o maior , ten -
derá a f a v or ecer a r edução
das tarif as que começarão a
cair a partir do momento em
que as usinas f or em pagas –
disse Zimmermann.
Segundo o ministr o , a par -
tir de 2015 di v er sas usinas
estarão pagas, o que permi -
tirá o funcionamento por
quase dois séculos com pou -
cos in v estimentos e a um cus -
ta menor . “Essa é a r ealidade
que o Br asil tem pela fr ente:
uma per specti v a de custo
baixo que é natur al par a
quem tr a balha com f ontes r e -
no váv eis” gar ante.
P ar a Zimmermmann, uma
das r azões pelas quais o Br a -
sil tem uma alta taxa de ener -
gia elétrica é o seu cr esci -
mento , que e xige constantes
in v estimentos no setor .
– Só que o Br asil é dife -
r ente de um país que não tem
cr escimento ou que cr esce
m uito pouco e que, por isso ,
não pr ecisa construir mais
usinas– comenta o ministr o
de Minas Ener gia.