"Pirataria é pecado", diz Padre Marcelo Rossi

Padre Marcelo está realizado. Depois de somar seis milhões de cópias de seu best-seller, Ágape, ele comemora agora o lançamento do disco homônimo, que em apenas uma semana atingiu a marca de 430 mil cópias vendidas. "Meu CD tem um potencial enorme. A Paula Fernandes vendeu um milhão de cópias em um ano de trabalho. Em uma semana já fui quase metade do que ela já fez", gabou-se ele, que ainda falou sobre a pirataria da indústria musical.

"Por que você acha que as grandes gravadoras investem na música gospel? Porque pirataria é crime, é pecado. Quem compra pirataria está pecando", alertou. Mas ele acredita mesmo no respeito do público: "os grandes artistas até vendem, mas é tudo pirata. Ninguém respeita, não estão nem aí, já que é mais barato mesmo. Nós não, vendemos o livro e o CD a um preço acessível".

O cantor Belo foi convidado para gravar uma participação especial nesse projeto. Sobre as críticas que recebeu, Padre Marcelo é direto: "todo mundo merece uma segunda chance". Depois de pedir permissão ao bispo, que o apoiou, ele garante que a música "é a cara do Belo", tanto que o cantor "se emocionou nas gravações por ter revivido com a letra tudo o que passou", completou.

Modéstia à parte, Padre Marcelo garante que esse é o melhor álbum que já fez. "Quem não leu ou não ouviu faça a experiência. Quem ama, canta, e quem canta, reza", disse. "Estou numa felicidade que você não tem noção", finalizou.