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Dama do cinema francês diz não ter saudades de nada

Catherine Deneuve falou ao 'JB' antes de chegar ao Brasil

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O tempo parece ter sido  generoso com Catherine Deneuve. A grande dama do cinema francês ainda guarda os traços do sex symbol que foi nos anos 60 e 70, quando assaltou os cinemas do mundo com filmes como Os guarda-chuvas do amor (1964), de Jacques Demy, e A bela da tarde (1967), de Luis Buñuel. Aos 67 anos e um currículo que se estende por cinco décadas, a atriz desembarcou no início desta semana no Brasil como principal convidada do Festival Varilux do Cinema Francês, que a partir de hoje levará 10 títulos a 22 cidades brasileiras – o trecho carioca começa amanhã, com a projeção especial, para convidados, de Potiche: Esposa troféu, de François Ozon. Três semanas atrás, durante o Festival de Cannes, entre baforadas de cigarro, Catherine conversou com o JB, a carreira e seus novos projetos, como o musical Les bien-aimés, no qual contracena com a filha Chiara Mastroianni, que encerrou a mostra francesa.

Sua última visita ao Brasil faz muito tempo...

Sim, muito. Acho que nunca fiquei em seu país o tempo suficiente. Gostaria de conhecê-lo melhor. Mas não será desta vez. Vou ficar apenas dois dias em São Paulo e dois no Rio, para promover o festival de filmes franceses.

O que a impede de ficar mais tempo no país?

Trabalho. Estou sempre trabalhando. Já no mês que vem, começo a filmar minha participação no novo filme da franquia Asterix, dirigido por Laurent Tirard (O pequeno Nicolau). Vou interpretar a rainha da Inglaterra! Minha personagem será inspirada na rainha Elizabeth.

>> Leia a entrevista completa no JB Premium