Agência EFE
LOS ANGELES - Horas após organizar uma das maiores festas pós-Oscar, a cantora Madonna foi à corte de Beverly Hills (Los Angeles) para cumprir uma de suas obrigações como cidadã e atuar como possível membro do júri em um caso.
A estrela estava entre os 60 membros potenciais do júri chamados para trabalhar em um caso de direção sob influência de álcool, informou hoje o canal de televisão 'CBS'.
Os advogados do caso se manifestaram de forma contrária em relação à aparição da cantora na corte, embora ao final Madonna não tenha sido escolhida entre os designados para o caso.
- Às vezes - disse o advogado Richard Falk, a presença de 'uma celebridade, imagino, poderia causar uma distração no procedimento'.
- Acho que ela seria um bom membro do júri - opinou o advogado Bill Reich.
Segundo disseram fontes ligadas à cantora, a sala onde estava reunido o júri se encheu de paparazzi e se transformou 'em um circo', o que provocou as queixas dos oficiais da corte, que inclusive apontaram a cantora como responsável do alvoroço.
No entanto, a reação oficial descartou essas queixas, devido em parte ao fato de que a corte de Beverly Hills está acostumada a receber visitas de estrelas de Hollywood como Jennifer López, Brad Pitt ou o governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger.
A porta-voz da cantora, Liz Rosenberg, afirmou ao canal de televisão que Madonna 'ficou contente em se colocar à disposição de cumprir suas obrigações como cidadã embora não tenha entrado no caso'.