Terno branco, no inverno, no verão
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Talvez para os brasileiros pareça roupa de malandro ou do sedutor boto da Amazônia. Mas vale pensar na elegância do terno branco. Ou mesmo de um look, sem paletó.
Ou não vão dizer que o Wagner Moura estava o máximo, sambando na maior classe na campanha do cartão Elo? O look era da Osklen.
E o Lee Jun-ho, o ator coreano considerado o top dos k-dramas, quando foi entrevistado pelo Danilo Gentili no Brasil e nas campanhas como embaixador global dos relógios Piaget. Detalhe: ele veste ternos brancos da Berluti ou Lemaire, pars enfatizar o luxo do ouro branco presente nos relógios. Ou o Dong-hae, do grupo Super Junior, que veste desde Levis até Louis Vuitton, e assina peças da Tempus Studio.
E tem outro, este atualmente meio cancelado: o Timothée Chalamet, todo de branco da Givenchy, incluindo as botinas Chelsea, na platéia da premiação do Oscar? O fofo não tinha nada que comentar que ópera e balé eram velharias, ou coisa do gênero. Mesmo levianinho, Chalamet é um ícone fashion.
O argumento contra o branco pode ser a chegada do inverno, o que deve ser contrariado por uma sabedoria feminina: moda é moda, nada a ver com frio ou calor. Se sentir frio, veste uma camiseta por dentro, se sentir calor, tira o paletó depois de se exibir lindão de look completo;
O homem de branco tem um mito cheio de significado: John Lennon, casando com Yoko Ono, simbolizando a vontade de viver em um mundo em paz.
Nesta semana achei exemplos na Foxton - blazer de linho R$ 649 - e na Richards - também de linho, blazer por R$ 2.290.