CIÊNCIA E TECNOLOGIA

'Exército pós-vida' do 1º imperador chinês fica maior após descoberta de mais de 20 novos guerreiros

Os Guerreiros de Terracota são figuras em tamanho real que se acredita terem sido construídas para proteger o primeiro imperador chinês na vida após a morte

Por JORNAL DO BRASIL
[email protected]

Publicado em 12/02/2022 às 13:03

Alterado em 12/02/2022 às 13:03

Figuras de terracota escavadas exibidas no Museu de Guerreiros e Cavalos de Terracota do Imperador Qin Shihuang em Xi'an, na província de Shaanxi, noroeste da China Foto: AP Photo / Mark Schiefelbein

Mais de 20 novos Guerreiros de Terracota foram descobertos em um dos poços localizados no território do mausoléu do imperador Qin Shi Huang, que unificou a China em 221 a.C., informou a "Live Science".
Os guerreiros desenterrados eram principalmente de infantaria e carruagens, bem como alguns generais, a julgar por seus capacetes.

O Exército de Terracota, uma forma de arte funerária enterrada por volta de 210-209 a.C., foi descoberto acidentalmente em 1974 e é considerado um dos sítios arqueológicos mais famosos do mundo desde então. Arqueólogos modernos acreditam que o exército foi criado para servir ao imperador na vida após a morte.

Acredita-se que o "exército da vida após a morte" consistia em 8.000 guerreiros esculpidos colocados em três poços a cerca de 1,6 km a nordeste do mausoléu. Arqueólogos já descobriram cerca de 2.000 guerreiros, que costumavam ser enterrados com armas como espadas e bestas.

De acordo com o site do Museu do Sítio do Mausoléu do Imperador Qin Shi Huang, os guerreiros são frequentemente encontrados aos pedaços e remontados. O mesmo procedimento aguarda os soldados recém-desenterrados, enquanto os cientistas se aproximam de aprender algo novo sobre o Exército de Terracota. (com agência Sputnik Brasil)

 

Tags: