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RIO - A chuva foi um dos principais obstáculos da Acadêmicos da Rocinha, que entrou na Marquês de Sapucaí defendendo o enredo "Rocinha é minha vida... Nordeste é minha história!", dos carnavalescos Fábio Ricardo.
Apesar do luxo, a escola teve problemas em suas alegorias, já que algumas chegaram a despencar por causa da água.
A comissão-de-frente foi a primeira a apresentar problemas. Os componentes, que representavam cangaceiros e traziam lanças, tiveram dificuldade em representar a coreografia, além de ter partes de suas fantasias desmontando em frente à cabine dos jurados.
A ala das baianas, que por regulamento precisa apresentar 60 componentes, veio com apenas 52 e certamente será penalizada. A escola já havia sofrido penalidade semelhante no ano passado, quando desfilou com apenas 35. Além disso, a evolução da ala foi prejudicada pelo peso extra das fantasias, encharcadas pela chuva.
No final do desfile, um dos destaques do terceiro carro desmaiou, caindo da alegoria e sendo socorrido por integrantes do Corpo de Bombeiros.