O ministro afirmou que os elevados preços do petróleo não se devem ao mercado, mas ao aumento da incerteza em certos assuntos internacionais que geram uma grande pressão.
Na cúpula de Chefes de Estado, foi comentada novamente a eventual cesta de moedas em lugar do dólar para fixar o preço do petróleo, e a possibilidade de algum país produtor, como o Irã, receber em euro, moeda atualmente mais forte que a divisa americana.
Antes de partir para Jacarta, onde está previsto que a Petroecuador e a Pertamina (a companhia petrolífera estatal indonésia) assinem um acordo para explorar gás em Guayaquil, o ministro disse, em Xangai, que o mercado do petróleo está operando nos termos adequados.
O Equador produz atualmente 500.000 barris diários, pretende elevar sua produção a 530.000 barris diários em 2008 e dentro de cinco anos situá-la em 600.000.