Febre aftosa no Reino Unido não prejudica Brasil

São Paulo, 8 de agosto de 2007 - O ministro da Agricultura e Pecuária, Renhold Stephanes, descartou possíveis conseqüências para o Brasil, como resultado dos focos de febre aftosa identificados no Reino Unido. Na avaliação do ministro, o problema no Reino Unido não deve resultar em maiores exportações para o Brasil nem risco de contaminação ao gado do país.

Segundo Stephanes, esse é o primeiro registro de foco de aftosa depois das alterações nos procedimentos de zoneamento e contenção da doença feitos pela Organização Internacional de Epizotias (OIE), em maio deste ano. A partir dessas mudanças, passaram a valer o critério de regionalização dos focose e os embargos agora são restritos a uma área de tês quilômetros do foco, mais dez quilômetros para vigilância.

"Acredito que esse registro deve validar as novas regras da OIE", afirmou o ministro.

Com relação à uma possível contaminação, o ministro disse que o Brasil não importa animais ou material genético da Inglaterra desde 1990. Ele afirmou ainda que é difícil haver ocorrências que afetem as exportações de carne do Brasil, que vende carne para 150 países.

O secretário de Defesa Agropecuária, Afonso Kroetz, disse a Rússia, que havia suspendido as importações de dez frigoríficos brasileiros, sob o argumento de que eles não atendiam as regras sanitárias russas, cancelou o embargo de sete fornecedores, por comprovar a adequeção das exigências sanitárias. As instalações dos demais fornecedores, em Goiás, Santa Catarina e Rio Grande so Sul, serão avaliadas nos próximos dias.

(Redação - JB OnLine)

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