A aceleração em junho pode ser explicada pelo comportamento do grupo Alimentação e Bebidas, que correspondeu a 0,15 ponto percentual da taxa global. A maior pressão foi exercida pelo leite pasteurizado, cujo preço do litro ficou 7,85% mais caro. Só o leite gerou uma contribuição de 0,08 ponto percentual. Os queijos (2,13%), leite em pó (1,98%) e creme de leite (1,95%) também subiram.
O consumidor passou a pagar mais 18,82% pelo quilo da cebola; 9,99% pelo feijão carioca; 6,10% pela batata-inglesa; e 2,96% pela dúzia de ovos. Esses aumentos, refletidos na refeição consumida fora de casa, ocasionaram alta de 1,21%.
Os artigos de vestuário também ficaram mais caros. Os calçados variaram 1,24% e as roupas femininas, 1,30%.
(Redação - JB OnLine)