No total, a região asiática colocou no estudo cinco entre as dez cidades mais caras para os trabalhadores expatriados arrendarem uma casa ou apartamento.
O estudo foi desenvolvido pela ECA, uma consultora internacional, que baseou a sua análise em contacto com empresas que possuem funcionários no exterior, empresas imobiliárias e trabalhadores estrangeiros a residir nessas cidades, e teve como modelo um apartamento de três quartos não mobilado.
O apartamento "modelo" em Hong Kong custa mais cerca de 1.300 dólares do que em Tóquio, onde o modelo utilizado no estudo tem um preço avaliado de 7.300 dólares para um arrendamento mensal.
Nova Iorque surge no terceiro lugar do estudo com um preço médio de 7.250 dólares, seguida pelas cidades de Moscou, Seul, Londres, Bombaim, Xangai, Caracas e Paris.
No último lugar da lista, surge Nairobi onde um apartamento no centro tem um custo mensal de arrendamento de 1.090 dólares, cerca de oito vezes menos do que em Hong Kong.
Em declarações citadas pela agência France Press, o director-geral da ECA em Hong Kong, Lee Quane, sustentou o custo elevado da cidade para o arrendamento de apartamentos com dois factores: a escassez de espaço para construir e uma maior procurar por apartamentos de luxo como resultado do reforço da presença na cidade de várias companhias financeiras.
Apesar de Hong Kong registar os preços mais altos do estudo, Lee Quane recorda, no entanto, que o custo do arrendamento tem baixado devido à crise asiática sentida desde 1997 e às medidas tomadas pelos Governos para arrefecer o mercado imobiliário.
As informações são da AFP