'O Programa de Aceleração do Crescimento não será paralisado, mas pode haver uma descontinuidade temporária. Não temos tempo para isso. Estamos com a corda no pescoço', disse o diretor-presidente da Associação Brasileira dos Investidores em Auto-produção de Energia Elétrica (Abiape), Mário Menel.
Para o presidente da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine), Luiz Fernando Vianna, a mudança pode fazer com que o governo demore a executar políticas públicas.
'Nos últimos anos temos observado continuidade na condução do Ministério de Minas e Energia. Os técnicos são os mesmos. A interlocução é a mesma. Independentemente do ministro, esse espaço será preservado', ponderou o presidente da Associação Brasileira dos Agentes Comercializadores de Energia Elétrica (Abraceel), Paulo Pedrosa.