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Hospital Albert Einstein supera marca de transplantes pelo SUS

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O Hospital Israelita Albert Einstein ultrapassa a marca de 1.000 transplantes realizados pelo Sistema Único de Saúde, parceria firmada com o Ministério da Saúde e Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo desde 2002. Do total de transplantes realizados, 53% foram de fígado, 31% de rim, 10% pâncreas-rim e 6% de pâncreas. As cirurgias feitas por meio da parceria representam 93% do total de transplantes do Hospital.

Em 2006, o Hospital Israelita Albert Einstein foi responsável por 23,3% dos transplantes hepáticos do Estado de São Paulo e 11,3% dos realizados no Brasil. Com isso, a instituição consolida-se como o maior centro transplantador de fígado do País.

Também no ano passado, a taxa de sobrevivência registrada pelo Hospital nos transplantes realizados foi superior a 90%, assemelhando-se aos melhores resultados dos Estados Unidos e Europa. A instituição é a única no Brasil a possuir um programa de "diálise de fígado", a mais avançada tecnologia para tratamento da hepatite fulminante. O recurso, chamado MARS (Molecular Adsorbent Recirculating System), também disponível pelo SUS, permite manter o paciente em um quadro de estabilidade temporária até a realização do transplante, realizando limpeza das toxinas do sangue que se acumulam pela alteração no funcionamento do fígado.

No Brasil, foram realizados mais de 18 mil transplantes em 2006. Mesmo assim, mais de 56 mil pessoas estão na lista de espera, de acordo com a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos. Cerca de 30% morrem antes de conseguir um doador, e menos de 10% recebem um órgão doado a cada ano.