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Intel encerra processo contra pirataria na China

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O gigante americano dos microprocessadores Intel anunciou hoje o encerramento de sua batalha judicial com uma empresa chinesa por suposta pirataria. Não forma revelados os termos do acordo.

Segundo um comunicado das duas empresas, suas estratégias de desenvolvimento e suas operações empresariais fazem que a ação judicial seja prejudicial aos interesses dos dois lados.

O acordo respeita "a lei chinesa e a proteção dos direitos da propriedade intelectual, assim como os esforços positivos da justiça chinesa". No entanto, ambas empresas garantem manter sigilo sobre os detalhes.

Em 2004, a Intel iniciou um processo contra a Shenzhen Dongjin Communications Technologies, por supostas infrações dos direitos da propriedade intelectual em sua tecnologia para telas sensíveis ao toque ("touch pad") em telefones celulares, exigindo uma indenização de US$ 7,9 milhões.

Em abril deste ano, a empresa chinesa entrou com um processo contra a Intel por prática de monopólio num tribunal de Pequim.

Entre seus projetos mais recentes no país asiático, a Intel vai investir US$ 2,5 bilhões na China, construindo uma fábrica de telas integradas de 12 polegadas para computadores pessoais, telefones celulares e outros produtos de alta tecnologia.

A Intel entrou no mercado chinês em 1985 e atualmente emprega 6 mil pessoas em fábricas, centros de pesquisa e lojas de 16 cidades chinesas.