Os líderes assinaram uma Declaração Política para formalizar a parceria e criar conselhos multinacionais de presidentes, ministros e comissões. O acordo prevê um balanço da matriz energética comum baseada no uso racional de energia. O balanço vai ser a base de um programa de economia e desenvolvimento de novas alternativas energéticas.
A Venezuela vai financiar 50% de sua petroleira nacional. A nova indústria vai suprir todas as necessidades de petróleo do grupo, segundo Hugo Cháves, presidente daquele país. 50% do valor do financiamento vai ser pago em 90 dias. A estatal Petróleos de Venezuela vai depositar 25% do restante em um fundo comum da Cúpula, e os outros 25% serão restituídos em 25 anos com dois anos de carência de juro anual de 2%.
Os acordos ainda prevêm fomento e desenvolvimento para as áreas de cultura, comércio, finanças, alimentação, telecomunicações, saúde, turismo e mineração, somente para citar algumas.