A declaração foi feita em Washington, local em que Mantega participa da Reunião de Primavera do FMI e do Banco Mundial.
Em seu discurso, o ministro ressaltou que o desequilibro nas contas foi causado pelo falta de ajuste fiscal e não redução de custos.
Mantega acrescentou que a instituição ainda deverá "vender ouro e reservas" para reequilibrar as contas. Além disso, o ministro aconselhou os representantes do FMI a não cobrarem pelos serviços de assistência técnica.
Em relação às reformas no fundo, Mantega diz não estar satisfeito com o debate sobre a ampliação de quotas para os países em desenvolvimento. Segundo o ministro, 'houve poucos avanços nos temas discutidos'.
O Brasil é uma das nações latino-americanas que solicitam mais investimentos para os países em desenvolvimento.