32
Heloisa Tolipangentejb.com.br
Geração 2010
Se você tem Facebook,Twitter ou é li- gado na internet, já assistiu ao vídeo
We allwant tobeyoung
,que caiunarede essa semana e, em quatro dias, já tinha sido conferido 200 mil vezes. O filmete traça um retrato dos jovens de hoje, essa geração que nasceu conectada ao com- putador e ao mundo, apelidada de Mil- lennials. O bacana éque o discurso do filme de quase 10 minutos é resultado de cinco anos de pesquisas feitas pela agên- ciabrasileira BOX1824,especializada em tendênciasde comportamentoe consumo. Acoluna foi atrásdo pessoal da BOX1824 (eles fazem pesquisas para empresas como Unilevere Itaú) para entender melhoro projeto.“Quisemos dividir com o público
insights
que fomos adquirindo ao longo das pesquisas e es- colhemos o vídeo como suporte, porque é a forma mais atraente de divulgar um conteúdonaera dafaltadetempo. Quanto mais rápido e mais impactante melhor.Muitomais eficientedoqueo velho Power Point”,nos conta
Lucas Liedke
(
no detalhe
),diretor do depar- tamento de tendências. A agência fez uma verdadeiraanálise dadinâmica dessa geração,o que,curiosamente, atraiu a própria. “Dissemos muitas coi- sas que os jovens sentiam, mas não con- seguiam expressar, entãoeles se iden- tificaram. Muitosvieram medizer que mostraramovídeo aospais,paraque eles pudessem os compreender me- lhor”, observa Lucas. Fica a dica.
Divulgação
Música radical
Rock com influências pop e folk. Can- ções próprias e algumas reg ravações repletas depersonalidade. Trata-se da salada mista de
Noé Klabin
, cantor e compositor, aposta da nossa coluna, que está se preparando para lançar CD. “No disco tem muita coisa da mi- nha vida. Questões políticas, amor, al- gumas músicas animadas.É basica- mente rockem inglês”. Maspor que não em português? “Acho que soa me- lhoremais natural.Alíngua-mãedo rock é o inglês”, completa. Amante da natureza e esportes radicais – ele pra- ticasurfe,
moutain bike
, alpinismoe caminhadas – Noé transpõe esse lado dinâmicopara suascanções.Carioca “internacional”, o músico não conse- gue ficar parado e já passou uma tem- porada com índios no Mato Grosso, subiu vulcões naPatagônia e desceu riosde
rafting
no
Grand Canyon
. “Os índios eram uma curiosidade de crian- ça que eu tive a oportunidade de con- cretizar. Tinha acabado a faculdade e o antropólogo
James Welch
me con- vidoupara ircomo assistente”.Noé agora planeja uma viagem de bicicle- ta pela Patagônia. “Toda experiência forte estimula a arte. Eu busco as for- tes emoções para me estimular e po- der expressá-las nas artes”.
Divulgação
continua