Tárik de Souzacader nobjb.com.br
POR E-MAIL
| FRANCIS HIME
Diogo abre o leque
Adicionando ao r epertório Ale xandr e Pi - r es (
V estib ular pr a solidão
), Agepê (
Deixa eu te amar
,
Me lev a
), P aulo De bétio (
P elo amor de Deus
, com P aulinho Rez ende) e um dueto açucar ado com Alcione (
Amor imperfeito
), Dio go No gueir a a br e o leque de escolhas do CD/D VD
Sou eu - ao vivo
(EMI). Contr a ba - lança a guinada popular esca com as cor das de Hamilton de Holanda, adesões de Iv an Lins e Chico Buar que na par ceria da dupla da f aixa título , e o bis de Chico em sua clássica
Homenagem ao malandro
. E mais duas lições bem humor adas sobr e o ambiente do samba, que de v eriam ser seguidas ao pé da(s) le - tr a(s),
Pr a que discutir com madame
e
Ma - landro é malandro, Mané é Mané
.
Saliva-me
Baiano de J equié, Zéu Britto desembar ca CD/D VD
Saliv a-me ao vivo
(Canal Br asil), g r a - v ado em dez embr o de 2007 na Fundição Pr o - g r esso , com uma in usitada participação de Iv ete Sangalo na escr ac hada
Br ega de Leila
. Ator/cantor e autor de trilhas sonor as como
Decameron
,
Lisbela e o prisioneiro
,
Meu tio ma - tou um car a
(de
Sor a ya queimada
), ZB fuzila
V ou queimar seu peito com um isqueiro
,
Lençol de casal
,
Mir abel molhado
e
Hino em louvor às raspadas
. P elo mesmo selo , sairá o D VD
Jards Macalé – um morcego na porta principal
.
continua
F r ancis Hime e xibe sua tripla f ace no DV D
O tempo das pala vr as...Imagem/ Na trilha do F r ancis
, com composições no v as e trilhas par a cinema, e no CD
Concerto par a violão e or questr a
, peça erudita do compositor , e xecutada pelo violonista Fábio Zanon e a Osesp .
Divulgação
Notas sós
A par tir do próximo dia 21
, na série
Bratuques
, no teatr o Ginástico, o per cussionista Mar co Lobo r ecebe Fer nanda Abr eu e Jaime Alem, Léo Gandelman e Bebê Kramer , Mor eno V eloso e Zé Menezes.
Ta m b é m
cer cado de convivas, Mar cos Sacramento canta, neste novembr o, no Centr o Cultural Carioca, com Soraya Ravenle (dia 8), Alfr edo del Penho e Pedr o Paulo Malta (15), Makley Matos (22) e Clara Sandr oni (29).
Humber to M. Franceschi
lança seu livr o
Samba de sambar no Estácio – 1928 a 1931
, acompanhado de DVD multimídia com músicas, depoimentos e mapas da cidade da época, dia 9, no IMS.
No D VD seu piano é acompanhado por ima gens dos filmes para os quais fez as trilhas. A ideia f oi dar o c lima dos pianeiros antigos, que toca v am durante as projeções?
– Exatamente isto , e le v ando-se em conta que a ideia que originou o tr a balho f oi a de r eor questr ar as trilhas em questão par a piano solo , sendo que par a alguns filmes, cu - jas imagens se per der am, fiz emos uma colagem poética atr a vés de f o - tos e cartaz es.
Com menor campo de di vulgação na mídia de massa de que f orma di- funde re pertório no v o, como o de ‘T empo das pala vras’?
– O r epertório no v o contin ua sen- do difundido por meio de g r a v ações e sho ws, sem esquecer da internet, é clar o . Nas minhas apr esentações, noto sempr e um inter esse g r ande pelas músicas no- v as, o que é m uito es- tim ulante par a o c o m p o s i t o r.
Qual a diferença de compor música popular e a peça eru- dita ‘Concerto para violão e orquestra’?
– A difer ença maior r eside na f orma de tr a balhar: na música erudita é necessária uma constância e dis - ciplina, o que não acontece na música popular . Eu acr escentaria ainda que, no meu caso , o tr a balho que f aço na c hamada “música de concerto” si - tua-se m uito na fr onteir a entr e a mú - sica erudita e a popular , que inter agem entr e si. E se apoia, sobr etudo , no de - sen v olvimento temático .