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Campanha de Lula diz que Meta suspendeu conta de anúncios no Facebook

A equipe de reeleição afirma ter notificado a empresa e sustenta que a medida pode afetar a disputa eleitoral; a Meta diz que mantém regras específicas para publicidade política no Brasil.

Por POLÍTICA JB

Facebook, Instagram e Whatsapp são marcas da Meta

A equipe da campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a Meta suspendeu a conta de anúncios usada no Facebook, na quarta (23). Segundo os petistas, a decisão foi tomada de forma unilateral e sem justificativa objetiva, o que teria prejudicado a disputa eleitoral.

Campanha notificou a empresa

De acordo com informação divulgada pela Folha de S.Paulo,  a campanha enviou uma notificação à Meta após a suspensão. O grupo político sustenta que a medida pode favorecer adversários e interferir no processo eleitoral.

O que diz a Meta sobre anúncios políticos

Em publicações oficiais sobre as eleições de 2026 no Brasil, a Meta afirmou que adota regras específicas para publicidade política e eleitoral. A empresa disse exigir verificação de identidade, identificação do anunciante e transparência por meio de sua chamada biblioteca de anúncios, além de medidas para evitar interferência eleitoral.

Contexto da disputa nas redes

O episódio ocorreu em meio a outros embates envolvendo propaganda política nas plataformas da empresa. Nos últimos meses, a discussão sobre impulsionamento, moderação e transparência de anúncios eleitorais ganhou força no ambiente digital e no debate público.

Próximos passos

Até o momento, não há confirmação pública do motivo técnico ou jurídico da suspensão, nem informação definitiva sobre eventual restabelecimento da conta. A campanha quer esclarecimentos formais da Meta, enquanto o caso segue sem manifestação conclusiva da empresa sobre o episódio específico.

Eleitores do PT disseminam nas redes sociais que o que aconteceu é parte de interferência de Donald Trump nas eleições brasileiras.