Pesquisa Genial/Quaest: nem os mineiros suportam mais Romeu Zema

Levantamento também mostra cenários de segundo turno e a disputa pelas vagas no Senado em Minas Gerais

Por INFORME JB

Romeu Zema

A pesquisa Genial/Quaest sobre o cenário eleitoral de Minas Gerais indica que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) aparece na frente em todos os cenários de primeiro turno para o governo estadual. O levantamento também mostra vantagem do parlamentar em simulações de segundo turno contra os principais adversários testados.

Em confronto com Alexandre Kalil, Cleitinho venceria por 44% a 29%. Contra Patrus Ananias (PT), o senador teria 46% ante 31% do petista. Já diante do governador Mateus Simões (PSD), a diferença é ainda maior: 46% a 15%.

Simões enfrenta empates técnicos

Embora fique atrás de Cleitinho nas projeções, Mateus Simões aparece em condição mais equilibrada em outras simulações. Na disputa de segundo turno contra Alexandre Kalil, o governador tem 30% das intenções de voto, contra 29% do ex-prefeito de Belo Horizonte, o que configura empate técnico.

Simões também empata tecnicamente com Patrus Ananias. Nesse cenário, ambos registram 30% na sondagem, segundo o levantamento. Os resultados mostram um quadro competitivo, mas ainda com vantagem do senador do Republicanos nos testes divulgados.

Senado entra no radar da disputa

Além da corrida ao governo, a pesquisa avalia o cenário para as duas vagas de Minas Gerais no Senado. Nesse recorte, Marília Campos (PT) desponta na liderança das intenções de voto, enquanto Aécio Neves (PSDB) aparece com o segundo melhor desempenho entre os nomes analisados.

O estudo foi realizado com 1.482 entrevistas domiciliares com eleitores mineiros entre os dias 22 e 26 de julho. A margem de erro é de três pontos porcentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código MG-03490/2026.

PS. Conclusão das conclusões: a extrema direita está se especializando, no Brasil e no mundo, em se contentar apenas com um mandato. O eleitor experimenta uma vez, mas não suporta mais.