Síndrome Burnout passa a ser considerada uma doença do trabalho

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Foto: Israel Pinheiro/divulgação
Credit...Foto: Israel Pinheiro/divulgação

A Síndrome Burnout passou a ser considerada doença do trabalho desde o dia 1º de janeiro, com o CID 11, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A medida faz com que as organizações atentem para a importância do tema e incluam isso em seus debates internos. 

“Essa mudança é importante para que as empresas consigam perceber, diante dos sintomas, se os colaboradores precisam de ajuda”, aponta Carine Roos, CEO e fundadora da Newa Consultoria, empresa especializada na capacitação de líderes e colaboradores, que transforma as organizações por meio da Diversidade, Inclusão e Inovação. 

A síndrome foi oficializada como “estresse crônico de trabalho que não foi administrado com sucesso”. No quadro anterior, ela era vista como algo da área de saúde mental e psiquiátrica. Agora, além do Burnout, o CID 11 também inclui na lista de doenças o estresse pós-traumático, distúrbio em games e resistência antimicrobiana. 

“É uma grande vitória para os trabalhadores que muitas vezes adoecem por causa do trabalho exaustivo. Agora as empresas precisam tomar conhecimento disso para além da superfície e tomar medidas efetivas, revendo os processos de trabalho e a segurança psicológica de seus times para que o burnout não se torne algo endêmico no ambiente corporativo que gerenciam”, finaliza a Carine.

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