Então, Chapinha! Vamos interagir mais uma em nome da nossa santa malvadeza em questão, antes que mudem no rumo da conversa? Diga-se lá, em certos departamentos, tempo até pelas paredes é o que mais temos de sobra dentro desse nosso majestoso GPS Televisivo e que está diariamente no meio de nós. Politicamente corretos ou não, temos vozes que rosnam bem mais que além dos cotovelos.
Seja em torno do mundo dos famosos, das famosidades, próximos àqueles que andam se acotovelando em beirar ao menos a sombra dos holofotes em busca da fama, e já que expressões novas se multiplicam mesmo em épocas de horário de verão, em cena mais um capítulo ora iniciado na Dança dos ministros no governo da Dilma de Vermelho. Quando a essa altura do campeonato nem precisamos mais dar nomes aos bois – a carroça todos sabemos quem puxa! – é bom que se grife em letras GARRAFAIS que: Errar uma vez, perdoável; duas vezes, damos um jeito de passar um pano; agora, da terceira em diante, bom, é persistir no erro ladeira abaixo, e ai daquele que estiver fazendo montinho pela frente.
Tanto é que quanto ao DENUNCISMO (ou seria Denuncinismo?) a la Carlos Lupi, ouvi dizer que vem aí o Luping Hopi Hari trabalhista. E que propina, dentre eles, sempre corretos em suas respostas e iguarias, é igual a aspirina. Só não podemos negar, já que todo mundo tem dor de cabeça, tomar emprestado naquela honrada Casa é "de lei". Por isso é que em breve querem institucionalizar por aqui o Dia do Corrupto Anônimo. E que, por fuerza maior do nosso futuro ventríloquo, o mundo, idem, deixou de ser apenas dos espertos, passando para a classe dos espertalhões. Mensalão, a essa altura do campeonato, passou de ser lenda. O que quer dizer, passou longe de fatos reais e históricos para virar frutos da imaginação. Visto pelo que criatividade e evolução da espécie distanciam de todo processo de mudança em desenvolvimento. E se a farra continua em todos os rounds naqueles corredores, continua é sem juiz. Só adjunto. Separado.
Enquanto isso, no país dos agraves, das graves e do impostômetro, desvio de dinheiro ao que chamam de público, talvez dia destes alugue um quiosque de exposição de ideias. Detalhe: com direito do ouvinte(mor) levar um frasco de gás do riso caseiro. Coisa de primeira. Portanto, nada a ver com a fórmula original N-N-O, que muita gente estudou e não se lembra mais que utilidade possui. Só não me perguntem depois se for por causa de uma boa impressão o problema vier, por exemplo, de algum político multifuncional. Salvo casos, o importante é impressionar logo de entrada. Acenar. Dar tapas nas costas. Virar massagista express. Fazer apicultura, ops, na orelha dos descamisados, sem teto, sem luz. Quem sabe implorar novamente o voto da (des)confiança no ano que vem! E vá lá que a mini-reforma ministerial da Nossa presidenta, só em 2012. Por ora é se contentar com o "Há vagas" para serem preenchidas em Absulândia Brazilian Now, e pouso final. Como dizem os vigilantes de plantão, "O paraíso fiscal é aqui". E há ainda os que insistem em negar que o futuro é ontem. E se crescemos realmente em oito anos perto da repetida história dos Três reis gordos e a rainha de Sabugosa, ora, ora, ora. Cinquenta anos em cinco foi só com o JK!
Voilá! E assim caminha mais é a popularidade de quem mais, hein? Comprar o pacote fechado nunca deixou de ser uma tremenda surpresa, nem para Pandora em pessoa. Já aquela outra A CAIXA (você é a experiência), no filme com a Cameron Diaz, de 2009, é mais que perturbador. É tentador.
No país onde as as expressões se multiplicam a qualquer hora do dia (no horário de verão tão encurtado, nem é bom tocar), é impossível não reclamar que o "sujeito" ainda ande na cola do predicado, prometendo mundos e fundos. Óbvio, bolinhas de papel todos sabemos fazer. Arremessar... Olha o Luping aí, gente! O vagão Hopi Hari sequer está lotado! Descer, bolas, descer a gente desce nem que for em parafuso!