Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!
A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.
Concordo plenamente com cada palavra desse delicioso e inteligente texto que só você mesmo,Carlos Eduardo,teria a capacidade de escrever com tanta propriedade e contundência.A ironia das palavras escritas (propositadamente) de forma incorreta é um verdadeiro "tapa na cara" daqueles que deveriam cuidar melhor da educação das nossas crianças e dos nossos jovens.Como diria um antigo personagem de humor dos bons tempos da tv:"É a enguinorância que astravanca o pogréçio". Grande abraço!!
isa, brasília
Tô muito orgulhoza de ver que tem jente que si importa com a palavra escrevida, pois andava axando que isso já não tinha mais valor nos dias de oge, nos dias de linguajem de internet, de selular, nos dias em que o ministério da educassão do Brazil não pressisa mais se comprometer sobre regras, ainda mais aquelas vindas daquele livrinho xato e massante....
J.Santana, R.Janeiro
Não sou de parabenizar, mas confesso que me deu vontade de fazê-lo desta vez. Não é fácil escrever "brincando" sobre um assunto tão sério. Muito legal. Merece ser divulgado.
Carol, SP
Sem querer, o autor do texto provou que se pode escrever, sim, "errado", sem com isso deixar de ser entendido. Até porque o que importa pra efeito de compreensão de textos é a gramática da fala e não a ortografia (que como o próprio nome diz se aplica a escrita). Mas entender essas diferenças entre erro e uso preferencial é uma coisa pra especialistas em língua e linguagem. Não se pode esperar que jornalistas ou escritores saibam o que nunca estudaram.
TARCISIO FERNANDES RIBEIRO, CORONEL PACHECO/MG
Foi como eu disse em comentário que fiz da materia do Professor Sergio Paulo Muniz, publicada em 12/05, neste tao conceituado jornal. Senhor Carlos Eduardo, é revoltante , mas enquanto não mudarem totalmente nossa educação e parar de uma vez por todas de colocar por indicaçao politica, ou até mesmo politicos para administrar a educação em todas as esferas, ou seja, Ministro, Secretarios de Estados e Secretarios Municipais de Educação, será desta forma que V.Sª., esta fazendo sua critica e com toda razão. Se andar Pais a fora , ficará abismado com o que acontesse nos 80% dos pequenos municipios que formam o nosso Brasil.
Flávio Nascimento, Hamburg
Olá,
concordo plenamente com você Eduardo. Temos que preservar a estrutura da língua portuguesa e ensiná-la de maneira correta. Estou a 12 anos fora do Brasil e quando estive pela última vez por ai e assisti a televisao fiquei assuatado com os erros que ouvi. E além do mais fiquei impressionado com a intensidade do uso do "a gente vai", "a gente faz"..raramente escutei o pronome "nós"..parece que esse pronome vai desaparecer no português do Brasil, assim como o aconteceu com o pronome "vós"...uma pena!
ARGENTO, marica
Aqui no paiz dos imechíveis, seu Novais, Deus é Brasilêro e o senhor não deve fica con invega.O ploblema de não vender seu livro devece ao fato de que apesar de que sabe escrever ainda não conhesse o caminho da via crucis, é dando que se recebe, sabia não?
rildo rodrigues, Itaguaí RJ
Na verdade, não precisa trabalhar, e nem estudar, tem que ter "Q I ", no govereno, que todods os seus 42 livros serão comprados e superfaturados, mesmo sem erros de gramática, mas com alguns erros de cálclos.
Aline Moura, Rio de Janeiro
Quanta desinformação!!! Agora sociolinguísticva é invenção do governo Lula!!! Tanta polêmica causada por um monte de ignorantes que acreditam poder opinar em um assunto complexo tendo por base apenas o senso comum.
Gabriela, Rio de janeiro
Sou professora de língua portuguesa e gostava muito de estudar línguística (especificamente socio-linguítica) na faculdade de Letras. Pois bem, a primeira lição de nossa professora foi a de que não deveríamos levar os temas estudados ali para os alunos, mas sim deveríamos guardar para nós como parte de nossa formação como professores. Ou seja, nós estudamos a questão da adequação e inadequação para não sermos preconceituosos em sala de aula, para tratarmos os alunos de maneira igualitária. Desse modo, abrimos suas mentes para o ensino da gramática. O estudo da socio-linguística faz com que o professor não torne a aula de português um momento de exclusão do aluno, mas um momento interessante para o aprendizado profundo (porque o aluno já é um falante nativo) da língua portuguesa de acordo com a norma culta. Uma observação quanto ao texto. Foi difícil fazer a leitura. O autor fez uma excelente crítica e atingiu o objetivo de mostrar a importância de termos uma língua padrão.
Nathalia Costa Alves, Rio de Janeiro
Caríssimo Carlos Neves,
Confesso que me diverti bastante com texto e com sua ignorância, sua e de quase todos os que aqui comentaram. Convido todos a lerem sobre o assunto, pesquisarem sobre tudo que foi produzido, no âmbito acadêmico, sobre a teoria da variação e a sociolinguística. Convido também a procurarem saber como essas questões foram, DE FATO, colocadas nos livros didáticos...Porque ignorantes são aqueles que se limitam às informações veiculadas por jornalistas sensacionalista, igualmente ignorantes.
Ignorância é ignorar que não se trata de "ensinar o errado", mas de questões muito mais profundas. Infelizmente não posso tentar explicar(não com limites de caracteres) o que aprendi em 4 anos de Faculdade de Letras para quem não se interessou nem um pouco em saber mais sobre o assunto antes de publicar uma crítica tão absurda...
Se o senhor estiver interessado em sair do seu estado de ingnorância posso indicar uma série de livros e produções acadêmicas acerca dessas questões. Depois disso, poderá ficar a vontade para criticar o quanto quiser! :)
ARGENTO, marica
Á, isqueci de diser, fica triste nao e nen com inveija por que o senhor teim 40 livros pra vendê vaivê que ela so teim um e o menistro fico com pena dela.
Marcelo, Rio de Janeiro
A leitora Carol está enganada, os erros de português propositadamente colocados no texto pelo autor dificultaram, sim, a leitura do mesmo. E com isso ele provou o absurdo que é permitir esse "oba-oba" gramatical. A língua portuguesa é complexa e muito rica, mas nem por isso, os preguiçosos e ignorantes devem prevalecer. Essa balela de "uso preferencial" nada mais é do que uma desculpa para aqueles que não conseguem escrever corretamente. As regras gramaticais foram criadas para uniformizar o idioma. Já é ruim o suficiente aturarmos os erros de concordância na linguagem coloquial, mas pelo menos, devemos zelar pela qualidade do texto escrito. Daqui a pouco, além de perdoarem os erros ortográficos, vão querer também abolir a pontuação, tornar as vírgulas desnecessárias...ou seja, tornar os textos ilegíveis. E quem não souber Português, que estude mais, ora bolas!
Paulo , Porto Alegre
Eu só não consegui entender se o NOVAES está revoltado contra a distribuição do livro ou pelo fato do MEC nunca ter comprado um livro dele. Não sei se o livro distribído é ou não eficiente na formação dos estudantes, afinal de contas, pelo que entendi, esse não é o foco do livro, mas apenas uma parte dele em que coloca essa forma de linguagem. Acho muito complicado quando a IMPRENSA coloca as coisas levando pro lado ideológico. Engraçado, porque aqui mesmo, para comentar, exige um endereço de email um que sempre uso e recebo e envio emails todos os dias informa como inválido.
Alberto, Rio de janeiro
Concordo com a Gabriela, foi difícil de fazer a leitura deste artigo, e concordo tambem que este tema devería estar apenas neste grupo que estuda a linguística, e não para a sala de aula, para crianças que ainda não sabem distinguir a ortografia certa da errada.
Romeu Lourenção, Florianópolis
O comentário de Flávio Nascimento levanta a questão mais importante sobre o uso da língua nos dias de hoje. O "a gente" substituindo o nós empobrece a língua mil vezes mais do que escrever caza ou pobrema. Estamos perdendo mais uma declinação verbal e ficaremos reduzidos a três: vou, vai, vão. Sumiram vamos, vais, ides. Fora o paupérrimo inglês, todas as línguas ocidentais possuem ao menos as seis declinações. É triste, mas muito triste mesmo, e a culpa é devida, em grande parte, aos meios de comunicação brasileiros.
dea, teresina pi
falow i dissi.... Hoje estive em uma livraria com um primo meu de quatro anos de idade e pude observar o nível da literatura infantil que atualmente se vende nesse país. Na infância eu li Monteiro Lobato. E digo que qualquer "politicamente incorreto" que esteja nos livros dele é melhor que a maioria das porcarias que oferecem às crianças disfarçadas de livros.Li contos europeus e de origem árabe, além de lendas brasileiras. E muuuuuitos livros infanto-juvenis que despertaram algo que pode-se chamar senso crítico. O Menino Sem Imaginação foi um deles. Minha primeira visão crítica sobre a mídia e sobre o consumo de produções midiáticas. Não vale reclamar que criança não gosta de ler se nessa criança não foi cultivado o hábito da leitura. Não adianta ensinar os pequenos a soletrar palavras e obrigá-los a ler Machado de Assis (leitura maravilhosa, mas ininteligível para iniciantes)... ou então entregar na mão desses leitores em formação livros de péssima qualidade. Contribuir para um futuro melhor é formar cidadãos melhores, que tenham umas coisinhas importantes, que poucos têm e muitos menos sabem o que é, chamadas senso crítico e discernimento para compreender a real situação do país.
marcy hoshen portes, martigues fr
O artigo do Sr. Novaes teve, no minimo, o mérito de provocar interessantes e inteligentes comentarios. Não o aprovo quando critica o Lula ( não sou filiada à nenhum Partido, diga-se de passagem!)injustamente e gratuitamente. Fui "feçora" e, se talvez, nos idos dos anos 60 à 80, nos "feçoras" desse pais tivessimos tido o apoio que tem tido os professores de hoje através do Governo com bolsas de estudo, cursos e outras facilidades para se formarem, a situação da Educação no Brasil seria diferente, acredito!
Yorran Mannarino, Rio de Janeiro
Enquanto votarmos sem a verdadeira consciência democrática, principalmente quando se trocam favores, jamais teremos políticas públicas que beneficiem a população e a própria nação brasileira, como seria obrigatório. Com raras e ineficientes exceções afirmo que a política só interessa a grupos que buscam somente se enraizar e se eternizar no poder. Daí a incoerência dos mesmos em reconhecer o quanto se corrompem com suas atitudes, ao invés de se julgarem inatingíveis e inalcançáveis. O que se esperar do futuro que já assumimos reservar às futuras gerações de “brasileirinhos” com atitudes tão mesquinhas?
Onde andam os órgãos de defesa da cidadania e os MP’s? É muito grave o que estamos reservando para a nossa nação.
Alexandre, Caico-RN
Precisamos ensinar nossas crianças a escrever e ler corretamente, pois no futuro elas estarão ocupando cargos importantes no Brasil e ainda nos representando neste mundo globalizado. Vamos ensinar o certo nos bancos escolares,pois o errado elas aprenderão com nossos politicos corruptos e governantes incompetentes.
wellington muylaert, Rio de Janeiro
Hoje ao ler esta reportagem me senti com a alma lavada.É muito bom saber que não estou sozinho. Incomoda saber que você estudou anos, dedicou-se a aprender nosso idioma e nossa gramática da maneira correta para poder se formar e depois alguém vir e escrever que NÃO, você pode falar e escrever errado pois as "pessoas têm que respeitar a diverssidade" do falar e escrever. Caramba teria, eu, estudado e feito provas a toa ?!?!? Espero que quando meu filho chegar a idade de ir para a escola, este conceito quanto o ADEQUADO E INADEQUADO já tenha passado. Senão . . .
Palmério Cinta, Brasil
Aos que concordam com a evidente e justa revolta de nosso escritor mas votaram no partidão da ilusão, simplesmente digo que não foi por falta de aviso. Votaram então que o engulam todo. Não iriam deixar barato toda crítica sobre os erros de linguagem de Lula feitos pela opisição e pelas pessoas que veem na figura do presidente de uma nação, um lider e não um achincalho que diz abertamente que não gosta de estudar mas mente sobre assuntos de moral, ética e caráter.
Emerson c.silva, São pedro da aldeia
Foi muito infeliz a autora do livro regra gramatical é regra e não se discute... agora quem vai se resposabilizar pela aprovação e gastos com dinheiro público?
William Trevizani, Coronel Fabriciano
Mais uma vez temos que tirar o chapéu para quem entende do que faz. E estou falando é de você mesmo, Carlos Eduardo Novaes, pois quanto ao Min.da Educação...Que país é este, meu Deus???????? E olha que sou professor..snif snif
Margarete Vale, Natal
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É comum aos brasileiros e à imprensa, em especial, falar sem conhecimento de causa. Variantes linguísticas, distantes da norma padrão, são respeitadas por fazerem parte da cultura da maior parcela de alunos (escola pública para classes populares).
É óbvio que a norma gramatical deve ser preservada e ensinada!!! Porém, grafar alguns textos com essas variantes em contextos específicos de aprendizado da Língua Portuguesa não prejudica o aluno, porque se trata apenas de um ponto de partida e não de chegada. Por acaso as crianças que lêem os gibis de Chico Bento e Cebolinha vão aprender a escrever da maneira como as personagens falam?
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Ingrid, Rio de Janeiro.
O livro distribuído pelo MEC é um importante passo na desconstrução de ideias preconceituosas e que orientam o senso comum na rotulação e desqualificação das pessoas que usam as variantes linguísticas de menor prestígio social. No entanto, o avanço não é acompanhado pela maior parte da opinião pública, em geral por puro desconhecimento sobre o assunto o qual envolve questões mais complexas que não estão no âmbito da gramática normativa - mero acervo de regras gramaticais -mas no funcionamento de sistemas e subsistemas da língua, matéria de que se ocupa a linguística. Sendo assim, não é porque domino a norma culta ou sou um usuário dela que me acho em condições de falar teoricamente sobre ela. Então, Sr. Carlos Eduardo, se o senhor não é linguista não deve emitir uma opinião tão consequente sobre aspectos linguísticos do ponto de vista de um mero usuário. A isso chamamos leviandade.
WALDIR, BLUMENAU
E AINDA FALAM COM VEEMENCIA DE QUE O LIVRO ESTA ESCRITO DE MANEIRA CERTA ,SÓ SE FOR NO DICIONARIO CAIPIRES,NADA CONTRA OS CAIPIRAS MAS A ENSINAR ERRADO AS NOSSAS CRIANÇAS,ISTO JÁ É OUTRA HISTÓRIA,E O QUE O MEC ISTO É MINISTÉRIO DAS BURRADAS E NÃO DA CULTURA PREGA E AINDA FAZEM PROUNI IDEB E SEI MAS O QUE,ELES QUE AUTORIZARAM A COMPRA DESTE TÃO PROPALADO LIVRO DEVEM TER UM LEVADO UMA BELA PROPINA.
Observador, São Gonçalo - RJ
Isso é que dá ser moderno, acreditar que uma língua pode mudar ao bel-prazer dos falantes. Fala-se em printar (derivado do to print), então printar deve entrar no dicionário. Fala-se em "é nois" então "é nois" deve entrar no rol das palavras do dicionário. O que não deve entrar são palavras nunca ditas como ludopédio, cinesíforo, argonautas..... Realmente a nossa língua, o nosso País, o nosso Povo, os nossos governantes, os nossos decobridores, os nossos hérois...tudo é uma brincadeira, uma piada.... Um país que deve desaparecer justamente por não dar importância a nada do que é sério.
Observador, São Gonçalo - RJ
Meu Deus e ainda tem pessoas que se dizem estudiosas e propalam essas idéias absurdas. Estudam idéias de outros indivíduos sem passarem pelo crivo do bom senso e da razoabilidade. O errado é sempre errado, e jamais poderá ser certo mesmo sendo sob aspectos linguísticos, patrióticos, culturais, acadêmicos; está me parecendo aspectos pessoais esta nova ciência (Neo linguística socio-cidadã).
Ingrid, Rio de Janeiro.
Caro Observador de São Gonçalo,
A forma do seu discurso não tem coerência com aquilo que você proclama. Segundo a norma gramatical que você defende, a primeira linha do seu texto começa assim: " Meu Deus e ainda tem pessoas que se dizem estudiosas e propalam essas idéias absurdas..." Ficando somente nesta primeira linha, eu poderia apontar pelo menos três erros. A omissão da vírgula depois do sintagma "Meu Deus",a forma verbal "tem" em lugar do verbo haver flexionado na 3ª pessoa do singular "há", em sentido de existir e o acento agudo na palavra ideias a qual perdeu o acento agudo depois da reforma ortográfica segundo a regra de palavras paroxítonas formadas por ditongos "ei" e "oi".E olha que fiquei apenas na primeira linha...
Renato, Porto Alegre
Achu qui tudo qui ?e brasilero devia iscreve para o sinhor ministru du mec pra perguntá a ele se ele iscreve desse jeito e se iscreve assim se ele acha qui as outras pessoa vaum intendê o que iscreveu porque fala desse jeito naum é taum inadequado, inda mais num país que de um ponto ÉGUA pode se usado pra definir varias coisa, desde um cabra macho inté uma muita fromosa e num outro extremu se conhece crioulo como raca di cavalu. Si o sinho ministru acha qui isso é certu, ou ate mesmo adequadu, seria melhó ele pedi pra sai, com o rabinhu entri as perna. EU TENHO CERTEZA QUE NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍS TANTA BESTEIRA FOI FEITA ESCRITA E FALADA POR QUEM NÃO PODERIA FAZÊ ESSAS COISA.
Renato, Porto Alegre
E ainda temos pessoas, que se dizem "LINGUISTAS", que defendem essa ideia maluca sob o pretexto de diminuir as desigualdades e os preconceitos. P... Q.. P.... esse pensamento idiota só serve para justificar a educação de baixo nível das escolas no Brasil, tanto que foi preciso abris cotas para os estudantes da rede pública, pois a escola mantida pelo estado, que deveria ser a melhor, na verdade não educa ninguém, pois paga mal o professor, nivela por baixo os alunos e aprova todos, mesmo que não tenham a mínima condição de ser aprovado. Esse tipo de gente, que defende essa aberração, é o mesmo tipo que luta por uma legislação excludente, que visa defender uma casta, uma parcela de beneficiários, quando toda a população merece ser defendida pela lei.
Joao Teixeira, Rio de Janeiro
Eu estou até com medo de escrever pois, será que está certo????? Em nosso pais, as coisa só são medidas por baixo. Pra finalizar, nós estamos ferrados e mais ainda os nossos filhos e netos pois, com certeza irão fica burrinho...burrrinho.
Dirceu, Belo Horizonte
Depois do desgoverno do PT, com um presidente semi-analfabeto, que virou um ícone do povo, é natural que isso aconteça. Podem rasgar seus diplomas de faculdade, mestrado, doutorado, que hoje em dia não valem mais nada. Quanto mais ignorante e desinformado, mais perto do povo. O Brasil é um país sem educação, do oba oba, do jeitinho fácil, do Big Brother, das novelas das 8. E quem vai contra essa 'cultura' é linxado, chamado de soberbo, de burguês.
Maria Eliza, Belo Horizonte
Até que enfim alguém deu o "grito". Não podemos concordar com essa atitude do MEC. Escrever um livro e editá-lo é direito de qualquer um, assim como o é o direito de comprá-lo nas bancas e lojas, mas, daí, distribuir coisas dessa natureza aos alunos que precisam aprender a escrever, é demais. E nós? que aprendemos só o que é certo, vamos ter que voltar à sala de aula para "desaprender"? E aqueles que se especializam em português para corrigir textos? E as monografias? É por essa e outras que hoje nos deparamos com médicos, advogados, políticos e outros falando e escrevendo errado. É, no Brasil tudo pode!!!
Zazá, Rio de Janeiro
Penso que: Pela petumbelerância dos termos anafiléticos,através da prosopopéia ilícita da congenitura psicopasmática ,das anomalias gregas, ensarilhadas na inocuidade que nos apraz, acoimados , as aderências talmúdicas das vesquices dialéticas da purealidade exdrúxula, é uma questão meramente de bom sendo.'É como dizia o Velho Sócrates: "Nada melhor que um gol de calcänhar."." Isaías Abranches
nonato, rio de janeiro
a reportagem é maravilhosa, e o texto melhor ainda
Haywood Floyd, Vitoria
Nathalia Costa Alves, é sempre bom ver alguém como você no meio de tanta gente ignorante. As pessoas esquecem que quem está pregando que o livro adotado pelo mec ensina português errado é a rede globo. Precisa falar mais ??? Será que essa gente não aprendeu nada com as últimas eleições presidenciais ?
JB, Belo Horizonte - MG
Perfeito Carlos Eduardo, Ou se preserva a condição da gramática, ou podemos estender a idéia às cores e formato de nossa bandeira. Nada mais democrático que juntar a bandeira às cores de nosso time. Aí poderíamos abrigar toda a diversidade que existe no país. Jà que estamos falando em liberdade. Ou ficar a pátria livre (dessas idéias de girico) ou fugirmos do Brasil.
elida, rio de janeiro
Muito bem usado o "Que arjumento absurdo!"; amei o 'arjumento". :)
JCalvano, Rio de Janeiro
A crítica é bem humorada e inteligentemente cheia de farpas.
Sem querer polemizar, o pior de tudo isto é a grande crítica feita ao titular da pasta da Educação que homologou algo "inadequado".
Que furo, baiano !!! (é nois qui paga o omi)
luiz, São Paulo
Parabéns pelo seu texto, Carlos Eduardo Novaes,achei genial e muito apropriado
Luciano, Assis - SP
Qual será o fim disso tudo? quando balizamos as coisas por baixo, estamos nos condenando pra sempre a ser uma nação medíocre de povo medíocre, e digo "medíocre" no sentido pejorativo mesmo, não de mediano! É uma série de escândalos um atrás do outro. Não dá tempo entender um que está ocorrendo e já vem outro tomando nossa atenção. Cadê o oposição dessa p*rra pra fazer a coisa certa!!!!!!!!!!!
Marcus Oliveira, Rio de Janeiro
Num país no qual o ex-presidente da república, o Lula, fala va"menas" e, assim como o seu vice-presidente não tenham primário completo, orgulhavam-se e faziam apologia da falta de necessidade de estudo para crescer-se na vida, que mal há de ensinar-se esta nova gramática portuguêsa, onde , agora a maioria de brasileiros deixarão, por força de lei, de serem considerados analfabetos?
mariarhisi, Brasília
A Idade da Pedra agradece a tendência....rsrs.
Claudia Ribeiro, Rio de Janeiro
Adorei sua cronica!!!
Parlatori falacio, Porto Alegre
Arri égua, si essa moda pega, vai te muito cabra batendo cabeça e pechando parede pra intendê, o que as chinocas guapas querem dizer sobre os baguais, quando futricam o pelego, nos papos de banheiro, naqueles perna-de-serra arretados que fazem, depois da grossa, estufar o bucho, que nem pexera enferrujada consegue vaza.
Eduardo Marcos Dias, Rio de Janeiro
Sinhô Novais, Num poço concordiar com o sinhô escrevinhar ploblema ! o serto é pobrema e não ploblema ! Além diço temos que aprender a uzar menas e meia canssada !
Agora, falando sério, parabéns pelo texto e pelos livros,
Eduardo
Márcia de Souza Luz Freitas, Itajubá-MG
Não se pode confundir Fonética com Sintaxe. Não se pode confundir ortografia (acordos são políticos!) com práticas sociais de linguagem. Não se pode confundir livro didático com prática pedagógica. Que tal se lêssemos um pouquinho de Foucault e Bakhtin?
Geraldo Ferreira Lima, Rio de Janeiro - Rj
É lamentável que um pais pretendente a se tornar a quita economia mundial, não valorize a educação, mas esse é apenas um de tantos erros na nossa educação nos últimos quarenta anos...Parabens pela ironia.
Luiz Cláudio Ribeiro, RJ
DEVERIAM PENSAR EM MUDAR O NOME DO BRASIL QUE TAL REPÚBLICA FEDERATIVA RIDICULARIZADA DO BRASIL,OUTRA DICA PORQUE NÃO TOCAM O HINO NACIONAL EM RITMO DE SAMBA JÁ QUE A NOSSA BANDEIRA ESTÁ ESTAMPADA ATÉ NO CORPO NÚ DE ALGUNS MODELOS OU DESFRALDADA EM ALGUNS EVENTOS EM TOTAL DESRESPEITO
Amaro Walter da Silva, Bananal
Não sei o que voces estão querendo! Em um país em que o Presidente se vangloriou de não ter estudado, e que dizia que ler um livro era muito chato, o que se pode esperar ????????
Luiz Roberto, São Gonçalo - RJ
O que me causa espécie é a aquiescência do Ministério da Educação, quanto a essa atrocidade. Como diz um famoso repórter, é uma VERGONHAAAAAAAAA!!!
maria cricelde spies, novo hamburgo, Rs
O texto demonstra que os jovens vulgarizaram a lingua portuguesa e agora tem o apoio oficial, porque ir à escola então?. Poderiamos poupar este gasto com a educação, heheh. Nos merecemso o governo que temos, a funal fomos os donos dos votos que levaram esta corja até o poder.
Cris
Solange Monteiro, RJ
Novaes, quando li seu texto, achei, no primeiro momento, que se tratava de uma "pegadinha", mas qual não foi minha surpresa? De fato e de direito se tratava de mais uma das tristes verdades que fazem parte da realidade educacional do Brasil. Lamentável saber que um orgão que agrega pessoas tão competentes possa ter deixado passar uma barbaridade dessa. Fica no ar a pergunta: __ Seria a autora, mais uma das milhões de pessoas que têm conchavo político com os responsáveis pela seleção e publicação dos livros do "mequi" ?
J.Santana, R.Janeiro
Não há como negar que se um indivíduo não frequenta escola e não lê, a vivência vai lhe ensinar muita coisa. Aprenderá por si, assimilando, experimentando e testando. Aprenderá a se expressar, porque repetirá o vocabulário do ambiente em que se desenvolveu. Se viveu com leões, rosnará; se com galinhaa, carcarejará e, finalmente, se estudou nas escolas em que o Mequi foi o condutor da política de educação, falará "nos pega" e outros termos semelhantes. Ainda assim, sobreviverá, como nossos antepassados. O problema é que ele pode se candidatar e, se a maioria, também não frequentou a escola ou frequentou essa escola do Mequi, se sentirá em casa, sendo sua eleição quase certa pela facilidade com que se comunicará com os eleitores. Talvez, tenhamos aí a explicação, para o Mequi estar autorizando estes livros com aa linguagem dos futuros eleitores brasileiros.
Vânia Maria Rodrigues, Contagem MG
MEU DEUS! Será que é para economizar? Só pode ser, porque assim não vai mais precisar gastar com a EDUCAÇÃO. Daqui uns anos vamos importar mão-de-obra especializada e os ignorantes dos brasileiros vão lavar privadas nas multinacionais (sem preconceitos com os profissionais que fazem este serviço). BRASIL, UM PAÍS DE TOLOS. E OS POLÍTICOS SABEM MUITO BEM DISSO.
Geraldo de Souza Fernandes, Volta Redonda RJ
É isso, a gramática é a "Constituição" do idioma. O MEC deveria "ser o peimeiro" a respeitá-la. Mas o mundo petista tem lógica própria.
Ana Maria Sanches, Palmas / TO
Alô!! órgãos de defesa da cidadania e MP’s? É muito grave o que estão reservando para a nossa educação e nação.
João Carlos Castor, Brasília, DF
É iço aí, meu rei! Eu não disconcordo de você não. Eu comcordo plenamente. Ajente precisamos batiá pela prezervaçãum da nossa língüa. Ela num podi ser vilipemdiada por esses peçoal sen instrussão que istá no podê a oito ânus.
João Carlos, Brasília, DF
Brincadeiras à parte, é engraçado ver gente escrevendo (em tom sério) a expressão "idéias de girico" quando o correto seria "ideias de jerico".
Evandro, Xanxerê SC
...o que mais falta acontecer no nosso País??!! É kit gay, o tal do bulling (educação vem de casa), agora esse livro (assassinando a gramática)...!!?? Confesso que muitas vezes me sinto envergonhado de ser brasileiro, por conta dos absurdos inventados pela turma da Administração Federal.
Suely A B Roland, Salesópolis - SP
Acho um absurdo alguem tentar explicar o que está acontecendo com a língua portuguesa deve mesmo ser aceito e ensinado nas escolas? Tudo bem, nós brasileiros elegemos para presidente da república alguém sem qualquer preparo cultural e que por diversas vezes nos deixou extremamente envergonhados, mas daí ensinar as criança na escola que isso não tem problema nenhum já é demais.... Sinto muitíssimo chegarmos a esse ponto é mesmo uma vergonha nacional
Teresinha Abbade, Rio de Janeiro
A Linguística e Freud podem explicar toda essa polêmica!
Ronaldo Teixeira Cardoso, São Bernardo do Campo
A coisa mais contundente que li aqui, foi "que istá no podê a 8 ânus"!
Pois, é de fato "8 ânus" que tivemos com o Lu lá (no podê)! Só que agora não tem papel higiênico que limpe isso! A consequência é que nós, do "futuro", teremos de conviver no meio dessa m... toda!
Outra correção: não "É a enguinorancia que astravanca ..." o CORRETO "É as inguinorança qui hastravanca ..."
Vale lembrar também, que os palavrões chulos estão todos pedindo passagem com "autoridade" de se fazer melhor entender! Eu até me esforço para usá-los, mas, não tenho tanta "coragem e determinação"!
NINGUÉM COMPARECEU NA MISSA DE 7º DIA DA COITADA DA CENSURA! NEM DE 7º ANO ... VAMOS VER SE VAMOS NA DE 70º ÂNUS!!
Ronaldo Teixeira Cardoso, São Bernardo do Campo
Ah! Sr. Carlos Eduardo Novaes, não sei se vai lhe servir de consolo, mas se Vª Sª tivesse um único livro vendido para esse governo que está aí, há "8 ânus", eu passaria a desconfiar de sua curtura!
Rubens Torres, Passos - MG
Caro senhor Carlos Novaes,
Provavelmente o senhor é mais uma dessas pessoas que pegou o bonde andando e tem a plena convicção de que entende tudo do assunto. O que essa autora escreve em seu livro não é nada novo, qualquer pessoa que fez um bom ensino fundamental e médio deveria saber isso pois está presente nos currículos escolares há anos. Todos os alunos de letras, linguistica e de cursos que possuem disciplinas de Português tomam conhecimento a respeito dessa questão. Inclusive as gramáticas também tocam no assunto. A própria corrente do modernismo foi uma das primeiras a levantar a bandeira da multiplicidade linguistica, com belissimos poemas e textos de Drummond, Mario de Andrade, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa... Esse livro distribuído pelo governo não apresenta nada de novo só salienta de uma outra maneira algo básico da língua, de que ela é viva, tranformada e múltipla, cabendo a cada pessoa saber transitar pelos seus múltiplos aspectos de acordo com o contexto social. Poderia-se questionar a forma como a autora abordou o assunto, isso sim seria válido e enriquecedor para a sociedade, mas a mídia e a grande maioria dos jornalistas brasileiros (de formação cultural questionável) preferem ficar no raso, no cômico e no barulho vazio. Aliás, até agora não li nenhum crítico que tenha lido todo o livro para resenhá-lo, o que além de absurdo mostra a irresponsabilidade dos nossos comunicadores e intelectuais. Lamentável que seja assim, é triste perceber que nossa imprensa é formada por pessoas com uma péssima formação educacional e que mesmo assim se acham no direito de criticar e avaliar conteúdos educacionais.
Juan, Araraquara
Vocês são um bando de burgueses elitistas que querem ter uma língua própria para se diferenciarem do que vocês chamam de "ralé", falta a vocês a humildade de quem fala errado mas tem ideias congruentes. Só porque uma pessoa fala de uma forma que uma gramática arbitrária diz que tem que está errado vocês já descartam completamente a pessoa. Acho isso engraçado em vocês. Hahaha.
João Brica, São Carlos - SP
O colega de Araraquara deve ser petista, com esse discurso manjado de oprimido. Se você que se julga "o cara", com idéias congruentes, saiba pois, que Marx já dizia há mais de 1 século, 100 anos se é de seu conhecimento, que "Ao estado interessa que a população seja uma massa de ignorantes, iletrados, pois mais tranquila será a imposição dos meios de dominação...". Quem fala errado é um apedeuta, iletrado e deveria estudar, estudar e aprender, pois só assim poderá tratar de temas relevantes para a sociedade. Bom deve ser da turma, tômém, dos amantes do "sertanejo universitário", que transpira boa música... Engrassadíçíma é a sua posissão! Firmeza manu! É nóis na fita, certu! Fui! Hahahahahaha
Vânia Maria Lopes, Curitiba
Achei seu texto bastante divertido e confesso que tive dificuldade em lê-lo pela quantidade de erros ortográficos.Concordo que se há regras,devem ser seguidas,apesar da língua ser extremamente complexa.
HELIO PIER, CAMPO GRANDE, MS
A CHINA, O JAPÃO E OUTROS PAÍSES CONSEGUIRAM SAIR DA CRISE E DA POBREZA COM EDUCAÇÃO E MUITO INVESTIMENTO NAS DIVERSAS ÁREAS DO DO CONHECIMENTO, PRINCIPALMENTE NA LINGUA DE SEU POVO. PARABÉNS EDUARDO VOCÊ DISSE EXATAMENTE O QUE GOSTARÍAMOS DE DIZER PARA OS NOSSO GOVERNANTES, PRINCIPALMENTE DO MEC.
marcelo, São Paulo
excelente texto, fortemente combatido pelos srs doutores em linguistica e outras ciências ocultas, e de ascesso mais difícil do que a própria gramática, para simplesmenta explicar por que a norma falada é diferente da norma escrita.
Nádia, Taió - SC
Percebo que não se trata do falar errado, mas sim na escrita. Não sou da área de português, mas lembro-me muito bem que quando frequentava a escola a professora nos colocava que poderíamos utilizar a forma coloquial no falar, no dia a dia, porém ao escrever ela sempre frisava "usem a norma culta". Em nosso país há uma grande diversidade de vocabulários, pensem que na mesma cidade existem diversidades, imaginem no país. Entretanto o país deve sim ter uma norma culta comum a todos, assim o que nós aqui da região sul iremos escrever as pessoas da região norte irá entender. Caso contrário, se utilizarmos os regionalismos será difícil a compreensão. E em tempos de internet, com palavras do tipo Ksa, estão mais constantes nos sites de relacionamentos e mensagens instantâneas, precisam sim cobrar, e muito, dos alunos o escrever corretamente de acordo com a norma culta, pois eles irão precisar dessa forma de escrever, afinal vocês já viram alguma redação de vestibular que não seja baseada na norma culta? monografia de conclusão de curso?, e dissertações de mestrado? teses de doutorado então? Claro que não todos requerem um padrão para que qualquer pessoa que leia o texto saiba o que quer dizer. Pessoas que em sua fala usa o regionalismo, não está falando errado, mas, ao usa-lo no escrever estará escrevendo errado.
marcia braga, Lavras mg
Se voçë não coloca uma boa cozinheira, ela não vai cozinhar.Se voçë não coloca um bom mecänico,ele não vai consertar seu carro.Se voçë não coloca um bom pedreiro,não vai nem levantar sua parede.com a educação é a mesma coisa,se não colocarem pessoal que vive o dia a dia dentro de uma escola com todo o alicerce da educação, profissionais, assim dizendo, para responder pela MESMA dentro de uma assembléia, ministério,aí vai ser sempre negação,com a EDUCAÇÃO CADA VEZ PIOR,GERANDO CONSEQUENCIAS CADASTRÓFICAS,como já a falta de profissionais do ramo.
Cristina Mingardi, Campinas
Como disse um amigo: Faz tempo que a educação é esquecida nesta Ilha de Vera Cruz. E lá vem Copa!
cacf@terra.com.br, Porto Alegre
Este artigo é ótimo. É sobre aquela matéria que comentei contigo sobre o tal livro de língua portuguesa que deicidiu legislar sobre o que é adequado e inadequado na língua portuguesa. Abs
Kiko, São Paulo
Novaes, não fique triste se não conseguiu vender nenhum de seus livros ao MEC do PT. Ao menos você deve conseguir colocar sua cabeça no travesseiro e dormir com a consciência em paz... Já não dá para dizer o mesmo a esse bando de parasitas que "grudaram" no Poder, graças à ignorância de um povo, ignorância essa que eles pretendem perpetuar, para se perpetuarem no Poder. E ainda vem esse bando de pseudo-linguistas querendo defender ao livro, sua autora e por tabela àqueles que que detêm o poder adotá-lo nas escolas públicas. Certamente os filhos e netos desses ministros e seus assessores (e toda a corte do rei/rainha) não estudam em escola pública e jamais estarão sujeitos a esse tipo de cartilha do operariado lulo-petista.
Jandir, São José
Óh lhó lhó istepô. Tás tolo !!! Eu qui num vô escrivinhar torto. Ti taco os rufo nos cornos e mofas ca pomba na balaia...
beth, aqui
Coitadim do Getulho Varga que obrigo o povo tudu desse país a fala purtrugeis....oh jente! vamos fala ingres é mais facim ou melho vamo fala u qui quizé.
alberto , sinop mt
Novaes, é como disse o Kiko lá de São Paulo, deste mal vc está livre !, se não vendeu nenhum livro de forma escusa fique tranqüilo !, sempre defendi que todo empreendedor pode ter sucesso sim sem fomentos turbinado na base do rachidi!!, o mais importante é que assim como vc muitas outras pessoas incluso eu, procuro ensinar aos meus filhos a forma mais correta possível no falar e escrever, esse papo de falar bem e escrever de qualquer jeito é coisa de qüotistas !!, aqueeeles que se formas na base do vai na marra, ou vai ou raxa!, nas coxas mesmo melhor dizendo!, acho pelo menos vc sabe dividir déz por dois sem recorrer à uma calculadora, já aqueles ferrenhos defensores da má ortografia pode-se dizer no mínimo estão escondidos nos erros dos quais nem mesmo eles sabem!, com eles é assim: metade para vc e metade para mim, e assim fica acertado, nada de calculadoras, oportunamente me lembro agora de um comentário do Jabor, antigamente gay éra viado repudiado, com o passar do tempo passou a ser tolerado, agora é lei!, nada de discrinação!, quer saber? to indo antes que essa coisa vira lei!!!, não é atoa que a população pensante de nosso país é pequena, e para finalizar vou dizer o que sempre digo aos meus amigos, "aducação escolar no Brasil, é méra estatística" o que importa para o sistema são os numeros, seja qual for a sua procedência, e para aqueles que realmente se interesam no ensino escolar sobra o que ? não sabe? vou dizer: titulo de eleitor e bolsa familia traduzindo: pão e circo, mas tem o dono do circo! e adivinhe quem são os palhaços????
Uassyr Ferreira, São Paulo
Parabéns. Não conheço a infeliz professora, autora. Lembro-me, estretanto, do que escreveu Friedrich Schlegel em "Kritische Frangmente: "O homem sem educação é a caricatura de sim mesmo." SP.02/06/2011 Uassyr Ferreira
Ingnorante, São Paulo
Ou se impede incorporar aos livros didáticos a noção de adequação linguística, o que inclui o conhecimento da norma culta também, ou capacitamos em sociolinguística e comunicação advogados e dramaturgos velhos. Não parece uma escolha difícil.
Roland Werner Gessner, Timbó - SC
Não é de se estranhar mais nada, afinal, 3/5 dos deputados em DUAS VOTAÇÕES, e mais 3/5 dos senadores, tambem em DUAS VOTAÇÕES, aprovarm a EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 52, em 2006, cujo artigo 2º (simplesmente fantástco) diz: Art. 2º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação, aplicando-se às eleições que ocorrerão no ano de 2002.
Nada de se estrnhar que em 2006 vai se aplicar algo que VAI ACONTECER em 2002.
Algum comentário?
Kathlyn Rosa de Souza, Sao Paulo
oi sou a kathlyn bom sou muito bom gosto muito de jornau sabe nao sei o que fala ai mais falano serio eu so to nese saite pq eu quero ficar na escola de manha mais vai ser legal ficar la . mais fala cerio eu gosto pq eu aprendo coisas. bom e melhor eu ir a minha mae e visiada no conputer e ta martelano no meu olvido pra min sai pra ela entra eu to cansada disso é melhor eu sai se nao ela me mata bom xau xau galera eu vouto
Gerson Rêgo, Rio de Janeiro
Há poucos dias, soubemos que o MEC gastou 14 milhões (nosso dinheiro!!!) na compra a distribuição de livros de MATEMÁTICA que continham erros crassos em em cálculos básicos (Exemplo: 10 - 4 = 7). Os livros de HISTÓRIA distribuídos pelo mesmo MEC omitem propositadamente fatos importantes de nossa história (ou quantos livros informam, por exemplo, que D.Pedro fazia negociata com títulos de nobreza ou que colocou Jose Bonifácio para fora do país). Ora, EDUCAÇÃO não é e nunca foi prioridade no Brasil. Basta perguntar aos professores que aqui se manifestaram se eles estão satisfeitos com o que ganham e com o nível de seus alunos.
Ana Paula M. O. Nascimento, Natal, RN
Concordo plenamente com Novaes. Sou professora e sei o quanto é difícil fazer os alunos entenderem porque eles precisam escrever conforme a Gramática e não do jeito que falam. Não conheço o livro para criticar, mas se contradiz o que estudamos durante tanto tempo, me questiono de que valeu o meu diploma?
Elisabet M.M.Bonafini, Curitiba PR
Muito dolorido pertencer a um país com tal mentalidade. Só resta a certeza de que a política do governo é uma só: manter o povo na ignorância para mellhor manipulá-lo.Afinal? Escola é para quê? Ensinar o que não é sabido ou outra função lhe foi atribuída... apenas frequentá-la para... o quê? Ocupamos o 85ºlugar no mundo em educação, e a mesma é a base de todo um sistema. Acordem-se, srs. parlamentares!
Zhungarian Alatau,
Parece que esse senhor não leu o referido livro, onde, em determinado capítulo, e em determinado parágrafo, a autora escreve que não há certo ou errado na linguagem falada, mas adequação. O livro INTEIRO trata da norma culta. Mas o senhor novaes, que, ao que me consta, não é linguista, muito menos doutor no assunto, resolveu OPINAR de forma pejorativa e preconceituosa, corroborando o preconceito linguístico apontado pela autora no referido parágrafo.
Nestor Albuquerque, São José dos Campos, SP
10 ! Deve ter algo escondido aí nesse "troço" (não se pode chamar isso de negociação) que se fez para por esses livros nas mãos das crianças. Agradeço a Deus pelos meus filhos (os três) estarem bem longe desse risco!
adriano alves, rio de janeiro
Mas quanta ignorância dessa pessoa que escreveu o artigo. Infelizmente esses escritores (sic?) perpetuam o preconceito e a ignorância. Leia o capítulo do livro em questão, Sr Eduardo, e deixe de escrever abobrinhas.
Renato de Lucca, natal
pior que a ridícula Heloisa é nosso lamentável Ministério da Educação em adotar tal monstruosidade.
Elias Allen, Itajaí
Concordo que a educação deva ser socializada, porém não podemos empobrecer nossa gramática, ou onde vamos parar!
Simão Jabur, São Paulo
Tem uns petistas aí em cima dizendo que não tem nada de errado. Dizem inclusive que são doutores no assunto. Eles estão certos, dentro da visão deles, que sempre foi limitada a obtenção de suas metas totalmente oligarquicas. Manter o povo na iguinorancia é a prioritaria neste momento. Já se imaginam como Castro e Chávez, perpetuados no poder por conta do populismo e da inconsistente inteligencia coletiva, criando seu curral eleitoral nas divisas de nosso Brasil, tão maltratado e desfigurado... ...viramos um país de bandidos, mandantes e ainda por cima, incompetentes. Esse povo tem que deixar o poder para o Brasil recomeçar a buscar sua autonomia, soberania e principalmente, seu respeito frente às demais nações. Deus nos proteja...
Eraldo Nazario, Capivari de Baixo/SC
HEHEHE... Agora você já pode escrever um livro com a grafia "erada" que o Ministério da "Educassão" vai adotar...
Luciene, Rio de Janeiro
É lamentável perceber o quanto a população brasileira se deixa levar pela ideologia que prega a mídia... (se é que sabem o que significa o termo "ideologia". Alguém vendeu a ideia de que o livro em questão propõe que todos falemos o chamado "português errado", e todos a compraram, acreditaram piamente, sem saber do que estão falando. Isso, é claro, vindo de especialistas em linguística não é? Devem ser, se enchem a boca para falar sobre. Leiam o livro, tornem-se mestres ou PHD em linguística para depois questionar com propriedade. Até quando levantarão a bandeira do senso comum? Até ontem* a gramática normativa era a deusa da língua portuguesa, e nem por isso a educação brasileira era melhor do que hoje. Provem o contrário.
Rogério, Sao Luis
A questão toda é que a ideologia de professores alinhados com a esquerda está transformando a educação brasileira.
PAra estes senhores, falar a língua portuguesa de forma fluente e seguindo as regras gramaticais é uma forma de humilhar a parcela da população que não teve acesso melhor a algum estudo e portanto devemos todos nos equiparar. Ao invés de nivelar a educação por cima, aumentando os horizontes do aluno eles preferem nivelar por baixo como se assim fossem "deuses esclarecidos" que entendem e se importam.
Damásio, São Paulo
Tanto o autor do texto quanto os comentário estão equivocados. Parece que são leigos mesmo. Não tem nenhum linguísta ou profissional de letras comentando aqui. Estes, sabem que o comentário de Carlos Eduardo Novaes acerca do livro de Heloísa Ramos está descontextualizado, pois o autor não leu a obra e comentou uma atividade fora do seu contexto. Vide a reportagem da Revista Língua nº 68: pdamasio.blogspot.com