A Defensoria Pública do Rio entrou com um pedido de exumação do corpo do menino Juan nesta quinta-feira.
A solicitação é do defensor Antônio Carlos de Oliveira, que defende um dos quatro policiais suspeitos de esconder o corpo garoto de 11 anos, morto após um confronto entre a polícia e traficantes na favela do Danon, em Nova Iguaçu, na região metropolitana da cidade.
O pedido de Oliveira se sustenta no laudo da perita Marilena Campos de Lima, segundo o qual a ossada encontrada em 30 de junho seria de uma menina.
Apenas uma semana depois é que exames de DNA foram feitos, ficando comprovado que os ossos eram, na verdade, de Juan.
Marilena foi afastada do cargo e responde a uma sindicância.