Jornal do Brasil

Quinta-feira, 30 de Julho de 2015

Rio

Consulado americano confirma cancelamento de discurso de Obama na Cinelândia

Agência Brasil

RIO - O Consulado-Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro confirmou nesta sexta-feira que o discurso que o presidente norte-americano, Barack Obama, faria na Cinelândia, no próximo domingo, foi cancelado. Segundo a representação diplomática, o pronunciamento foi transferido para o Teatro Municipal, também na Cinelândia.

Uma das possibilidades para o cancelamento, segundo os organizadores da visita de Obama, é a questão de segurança. Os receios dos assessores do norte-americano aumentaram depois da decisão tomada ontem pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas de autorizar uma ação militar na Líbia.

No entanto, o Consulado-Geral limitou-se hoje a informar apenas que o local para o discurso de Obama foi transferido da Cinelândia para uma área fechada.

Blindado é posicionado nas proximidades do Teatro Municipal
Blindado é posicionado nas proximidades do Teatro Municipal

Militares do Exército ocupam desde o início desta manhã pontos estratégicos do Centro do Rio, como parte do esquema de segurança para a visita de Obama. Soldados da Brigada de Infantaria Paraquedista estão localizados, por exemplo, em pontos das avenidas Presidente Vargas e Rio Branco.

Um veículo blindado militar está posicionado na Avenida Rio Branco, a principal do Centro do Rio, próximo à Biblioteca Nacional, em frente à Cinelândia. Homens do Exército também fazem parte do esquema de segurança, junto com policiais federais, estaduais e agentes do Serviço Secreto da Casa Branca. Em Brasília, o esquema de segurança ganhou o reforço do Corpos de Bombeiros e da Polícia Militar.

No Rio, antes de fazer o discurso, Obama deverá visitar o Cristo Redentor junto com a mulher, Michelle, e as filhas Malia, de 10 anos, e Sasha, de 7. A família também pretende ir à Cidade de Deus, na Zona Oeste. A comunidade inspirou um livro e um filme de mesmo nome que contam o avanço do crime organizado no Rio.

Tags: brasil, no, Obama

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