A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) fez uma auditoria minuciosa na empresa Fênix, responsável pela manutenção dos helicópteros de Goiás, e descobriu uma série de irregularidades, como ferramentas não adequadas, equipamentos não certificados e mecânicos sem treinamento.
No dia 2 de maio, a Fênix foi proibida de continuar trabalhando, mas fez o trabalho de revisão no helicóptero da Polícia Civil que caiu, matando policiais e um suspeito de assassinato, no dia 7 de maio, um dia antes do acidente. As informações são do Bom Dia Brasil.
Como a Fênix era a única empresa autorizada a faze manutenção nas aeronaves, outros dois helicópteros do governo, um da Polícia Militar e outro dos bombeiros, não podem mais voar, já que não existem funcionários para fazer o serviço. Ninguém da Fênix foi encontrado para comentar o assunto.