A demonstração da revolta dos líderes de uma das principais facções criminosas do Rio contra a ocupação de 13 comunidades pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que teve mais cinco arrastões com queimas de veículos em 24 horas já era prevista, embora isso fosse negado pelas autoridades do estado durante meses. O deputado federal Luiz Sérgio (RJ), presidente do PT no Rio, afirmou ao JB que a onda de violência era esperada, mas apenas a partir de janeiro de 2011, com a ocupação de novas favelas. Agora, as medidas que estavam sendo preparadas serão antecipadas para novembro. No entanto, ele preferiu não adiantar o que será feito.
– Mudanças táticas já planejadas serão empregadas para enfrentar a criminalidade no estado. Se há reação dos criminosos é por que está dando resultados positivos – avalia.
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