Membros do grupo Irmandade Muçulmana boicotarão o referendo sobre a nova Constituição que será realizado no Egito entre 14 e 15 de janeiro.
O porta-voz Mohamed el Qhatib alegou que a votação foi organizada por uma autoridade originada "de um golpe de Estado".
Ainda de acordo com o representante, participar da consulta significaria reconhecer o governo interino.
A reforma constitucional é a primeira etapa da transição do poder no país das Forças Armadas para a sociedade civil -- quando serão realizadas eleições Parlamentares e Presidenciais.