Um departamento do Conselho de Estado do Egito pediu para a Justiça cancelar as autorizações de funcionamento da Irmandade Muçulmana e de fechar a sede da entidade em Mokattam.
O processo pede que seja retirado o status de ONG do movimento e, caso isso ocorra, a Irmandade Muçulmana passaria a ser considerada uma organização ilegal no Egito.
Nesta segunda-feira, partidários do presidente deposto Mohamed Morsi marcaram uma nova mobilização para amanhã, com o slogan "O golpe é terrorismo". Também hoje, o governo egípcio anunciou que revisará as relações com a Síria, rompidas por Morsi.