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Depois de 31 anos, China tenta reverter política do filho único

Envelhecimento da população e economia preocupam o país

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De acordo com as regulamentações de planejamento familiar da China, a maioria dos casais está proibida de ter mais de um bebê. A política, uma das iniciativas mais ousadas do mundo para controlar o instinto de propagação da população, foi adotada em 1980. Pelo menos 22 exceções foram criadas. Algumas amplas. Atualmente, a maioria dos casais urbanos pode ter um segundo filho se ambos forem filhos únicos. Na zona rural, os casais podem ter um segundo filho somente se o primeiro for uma menina. 

De início, a queda na taxa de fertilidade chinesa trabalhou a seu favor. O número de dependentes do país – crianças e idosos – caiu significativamente em comparação aos cidadãos ativos. No entanto, economistas dizem que o fenômeno da diminuição do número de nascimentos está se tornando algo negativo para o país. Economistas sustentam que a baixa taxa de natalidade chinesa agora está reduzindo o crescimento econômico do país. 

Membros do governo dizem que a política evitou um total de 400 milhões de nascimentos em 30 anos. Mas alguns demógrafos estimam que pelo menos 45% desses nascimentos jamais teriam ocorrido de qualquer forma, já que os casais naturalmente limitam o tamanho de suas famílias para se enquadrar no cenário econômico.

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