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EXCLUSIVO: Um bate-papo gostoso com a Miss Universo, a angolana Leila Lopes

Ela adorou os maiôs da Lenny, o nosso pão-de-queijo, quer ser apresentadora de TV, mas, antes, terminar a faculdade de Administração de Empresas, em Londres

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Dá para notar que a nova Miss Universo não brinca em serviço. Afinal, ela precisou se desdobrar em várias para poder dar cabo dos inúmeros compromissos que a agenda do concurso exigiu no Rio, São Paulo, Brasília. Como em um passe de mágica, ela já está em Nova York e, de lá, seguirá para compromissos em Cingapura e Bangkok, antes de retornar a Luanda. Ah, essa vida de globe-trotter...

Em sua passagem pelo Brasil, a moça diva sacudiu os lugares por onde passou, não só por causa de sua beleza e simpatia, mas, também, pelas opiniões firmes acerca da vida. Sim, ela não é boba, tem clareza dos fatos e seu livro de cabeceira não é 'O Pequeno Príncipe', mas 'Se Eu Fechar Os Olhos Agora', de Edney Silvestre. Não que ela despreze o clássico de Saint-Exupéry. A beldade se liga mesmo é em assuntos contemporâneos, e não é a toa que estudava gestão de empresas em Londres.

Mulherão de mão cheia, tudo nela é hipérbole. Exatos 1,77m de altura, cabelão, saltos poderosos, exagero nos cuidados com a pele. Leila ama cosméticos e suas pestanas se reviram só de pensar neles. Depois de conquistar uma legião de fãs, deliciados com seu jeito doce, mas preciso, ela, agora, é mulher do mundo. Ou melhor, do sistema solar, da galáxia, do universo.

Mas não sem antes responder ao bate-bola da nossa coluna, com a mesma ênfase com que conquistou os jurados na última segunda-feira. Voilà!

HT: Com qual personalidade se identifica? 

LL: Angelina Jolie, não só pela beleza, mas pelas missões humanitárias. Acho fundamental esse engajamento.

HT: E Lady Di (1961-1997), ela também a inspirou? 

LL: Sem dúvida ela soube se dar ao mundo. E também se envolveu em campanhas a favor da prevenção da AIDS e contra as minas terrestres. Sou a cara da campanha contra a AIDS em meu país, onde o povo também sofreu muito com o uso das minas.

HT: Você é fashionista?

LL: Que mulher não seria nos dias de hoje?

HT: Maiô ou biquíni?

LL: Maiô. Não gosto de me expor além da conta.

HT: Algum maiô em especial?

LL: Adoro Lenny. Quando cheguei a São Paulo, já para o Miss Universo, perguntei ao Alexandre (Schnabl) se ele havia incluído os maiôs na minha bagagem, que veio do Rio.

HT: Com que cor você costuma se vestir? 

LL: Gosto das neutras, preto, branco, muito nude.

HT: Longo ou curto?

LL: Gosto de pernas de fora, mas sem exageros. 

HT: Algum modelo em especial?

LL: Gosto de fendas e detalhes femininos.

HT: Objeto do desejo?

LL: Tenho uma coleção de calças skinny. Adoroooooo! E detalhes dourados. Além disso, sou angolana, sei flertar com o exótico, sem deixar de ser chique!

HT: O que é chique pra você? 

LL: Terninhos bem sequinhos, de alfaiataria impecável.

HT: A montação do salto poderoso ou o conforto das rasteirinhas?

LL: Adoro salto alto, valoriza a mulher. Mas fiquei louca com um tênis de couro dourado em matelassê que encontrei no Shopping Leblon.

HT: Truque de beleza?

LL: Maquiar os olhos, muito rímel para ficar com olhão. Na boca nada, só um gloss bem clarinho... 

HT: Seu tipo de homem?

LL: carinhoso, atencioso, honesto, um gentleman.

HT: Hobbies?

LL: Ler, fazer ioga, cinema, dançar. Ah, curto moda.

HT: Depois de miss, o quê? Carreira de modelo, atriz?

LL: Adoro modelar, mas gostaria de ser apresentadora de televisão. E, talvez, não abra mão, depois, de seguir carreira como administradora de empresas. Estudava em Londres. 

HT: Para terminar...

LL: Acho prioritário se envolver em assuntos humanitários. Uma carreira em administração é ponto de partida para a defesa das causas sociais. E ser a mulher mais bonita do mundo dá visibilidade global para se envolver nessas campanhas. 

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