Bellucci é assediado em São Paulo e vive dia de astro
Thomaz Bellucci confessa não estar totalmente acostumado ao assédio dos fãs como acontece no Aberto do Brasil de São Paulo. Nesta terça-feira, o melhor tenista do país estreou na competição jogando duplas e viveu um dia digno de estrela, sendo assediado desde o treinamento até a partida - uma torcedora, inclusive, até desenvolveu um esquema para conseguir autógrafo do jogador, oferecendo doces para os pegadores de bola da quadra de treino fazerem o trabalho "sujo".
O dia de Bellucci em São Paulo começou com um drible nos jornalistas, visto que ele cancelou o treino das 13h (de Brasília), marcado para o Ginásio Mauro Pinheiro, no qual ficam a quadra dois e três do torneio realizado no Conjunto Desportivo Constâncio Vaz Guimarães.

O brasileiro, porém, não escapou da lente das máquinas fotográficas - tanto de torcedores quanto de repórteres - quatro horas mais tarde, quando entrou no Ginásio do Ibirapuera para atuar em duplas ao lado de Marcelo Melo e também pouco antes disso, quando fez o aquecimento nas quadras do Círculo Militar.
"A criançada tem comparecido nos jogos, tem me assediado um pouco nos treinamentos, fora da quadra. Acho esse contato com a torcida bom. Os brasileiros têm pouco espaço para ver esses jogadores", afirma Bellucci, que com Melo venceu por 6/4 e 6/3 os espanhóis Albert Montañes e Albert Ramos.
Após o duelo, muitas crianças se amontoaram na saída dos vestiários buscando um autógrafo de Bellucci, que lhes atendia pacientemente. Um dos garotos chegou a pedir a faixa que o jogador usa na cabeça e outro queria as munhequeiras - nenhum teve o pedido atendido.

