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País - Eleições 2014

Governador eleito diz que transição será tranquila no Mato Grosso do Sul

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O governo de transição do Mato Grosso do Sul só deve começar a ser discutido na próxima semana, de acordo com o governador eleito, Reinaldo Azambuja (PSDB). Ele disse hoje (27) que vai descansar um pouco do esforço empregado na campanha e precisa ter alguns dias com a família. Acrescentou, porém, que já entrou em contato com o governador André Puccinelli (PMDB), que encerra seu segundo mandato, e ressaltou que, juntos, farão uma transição tranquila.

“Eu já tive uma conversa com o governador, que afirmou que o governo está aberto - todas as secretarias, todos os órgãos governamentais - para que a gente possa começar a construir uma transição pacífica, realmente de alto nível”, disse Azambuja.

O novo governador vai administrar um orçamento de R$ 13,057 bilhões, cuja proposta foi apresentada na última semana á Assembleia Legislativa, com destaque para investimentos nas áreas de educação e saúde. Azambuja já citou, inclusive, que saúde será prioridade em seu governo, mas mesmo com a previsão orçamentária já entregue, ele pretende debater com Puccinelli os investimentos a serem feitos. “Nós ainda podemos discutir o orçamento do ano que vem com o atual governador. Nós vamos discutir quais prioridades já podemos por em prática para o exercício de 2015”, explica o tucano.

Para ajudá-lo a governar - além dos 20 deputados eleitos por sua coligação, em um total de 24 da Assembleia Legislativa -, Azambuja disse que também vai escolher uma equipe, tanto para a transição, quanto para o exercício, a partir de janeiro de 2015, que o ajude a descentralizar o governo. “Eu ainda não nomeei secretários, estava esperando o resultado das umas. Eu serei um governador muito presente fora da capital, andando pelas cidades do interior. E todas as pessoas que forem ficha limpa e quiserem ajudar no desenvolvimento do estado serão bem-vindos no governo”, declarou.

Azambuja manifestou vontade de fazer remanejamento administrativo. “Nós vamos dividir a Secretaria de Produção e Turismo (Seprotur) em uma Secretaria de Agricultura, Pecuária, Agricultura Familiar e Vigilância Sanitária e uma Secretaria de Indústria, Comércio, Turismo e Serviço. Essas duas vão se desmembrar, até pela importância desses setores”, disse o governador eleito, que ontem (26) também prometeu criar a Superintendência de Assuntos Indígenas, para funcionar como canal permanente de diálogo com as aldeias do estado.

Agência Brasil


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