Jornal do Brasil

Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

Economia

Petróleo fecha em alta com dados sobre EUA

Jornal do Brasil

Os barris de petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira (22), após a divulgação de que as reservas de petróleo dos Estados Unidos caíram.

Na Bolsa Mercantil de Nova York, o barril de WTI fechou a US$ 58,01, subindo 2,08%. O Petróleo Brent para entrega em Janeiro registrou ganhos 1,23% para negociação a US$ 63,34 por barril.

As reservas de petróleo dos Estados Unidos caíram na semana passada em 1,9 milhão de barris, número inferior ao previsto pela maioria dos analistas, que era de 2,1 milhões.

As importações diárias de petróleo diminuíram em 25 mil barris em relação à semana anterior, para uma média de 7,9 milhões de barris, e os estoques de combustíveis destilados, que incluem diesel e gasóleo de calefação, aumentaram em 200 mil barris.

Às 9h42, o barril de Brent para janeiro negociado na ICE, em Londres, tinha alta de 0,97%, a US$ 63,18. Já o barril de WTI para entrega em janeiro, negociado no Nymex, em Nova York, avançava 1,78%, a US$ 57,84.

Às 13h08, o barril de Brent tinha alta de 0,77%, a US$ 63,05. No mesmo horário, o barril de WTI tinha alta de 1,57%, a US$ 57,72. 

As últimas semanas garantiram recuperação à commodity, com a expectativa de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), na reunião do dia 29 de novembro, em Viena, firme uma extensão dos cortes de produção iniciados em janeiro deste ano e com previsão de término para março do ano que vem. 

A Opep firmou um pacto em novembro do ano passado para congelar cerca de 1,8 milhão de barris diários até junho. Em maio, o prazo foi ampliado em nove meses, até março de 2018. O secretário-geral da Opep, Mohammed Barkindo, informou anteriormente que consultas estavam em andamento para uma possível extensão e adesão de mais países. 

Os barris de petróleo, que custavam em torno dos US$ 100 até o final de 2014, chegaram abaixo de US$ 30 no ano passado, devido ao excesso de oferta global.

Tags: acordo, alta, baixa, brent, opep, petroleo, wti

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